• Selfie mostra arma de crime e ajuda polícia canadense a desvendar morte de jovem

    extra.globo.com
  • Populistas podem ser combatidas com políticas com direitos humanos - Relatório HRW

    www.rtp.pt
  • Adeptos do Guimarães agridem atletas no treino

    www.cmjornal.pt
  • Investigação à tragédia de Pedrógão concluída

    expresso.sapo.pt
  • Nove barras fechadas e duas condicionadas devido à agitação marítima

    expresso.sapo.pt
  • Pelo menos 52 mortos em incêndio de autocarro no Cazaquistão

    www.jn.pt
  • Ordem denuncia "exploração ignóbil" e ilegal dos médicos internos e promete atuar

    www.rtp.pt
  • Trump anuncia "prémios notícias falsas"

    www.rtp.pt
  • Montero já marca pelo Sporting... no FIFA 18

    www.record.pt
  • Abertura do ano judicial marcada por renovação da PGR

    www.sabado.pt
  • Caso Manuel Vicente: “Não estamos a tratar com um angolano qualquer”

    www.publico.pt
  • Menos de 3% dos infratores perderam pontos na carta

    www.dn.pt
  • O Papa e as igrejas queimadas na terra do conflito mapuche

    www.dn.pt
  • Embaló, o Di María de 16 anos que suscita a cobiça dos tubarões

    www.dn.pt
  • Meteoro explode no céu e causa sismo nos EUA

    www.jn.pt
  • A reação de Francisco J. Marques sobre o cântico da claque do Sporting

    www.abola.pt
  • Granada explode junto a esquadra na Suécia

    www.tvi24.iol.pt
  • "Vão matar a minha mãe". Criança de 6 anos consegue alertar polícia

    www.dn.pt
  • O que falta saber sobre o caso dos pais que acorrentaram os 13 filhos na Califórnia

    observador.pt
  • Fernando Curto elogia formação dos Sapadores do Funchal em Lisboa

    www.dnoticias.pt
  • Baixas médicas até três dias podem ter os dias contados

    A Ordem dos Médicos propôs ao Ministério da Saúde acabar com os atestados médicos de curta duração, até três dias, considerando que a medida pode descongestionar urgências e centros de saúde

    Fisco moçambicano superou em 222 ME meta prevista para 2017

    O fisco moçambicano ultrapassou em 16 mil milhões de meticais (222 milhões de euros) a meta da receita projetada para 2017, coletando mais de 202 mil milhões de meticais (mais de três mil milhões de euros), refere a entidade.

    Banco de Moçambique analisa situação económica do país entre 24 e 26 de janeiro

    O Conselho Consultivo do Banco de Moçambique vai reunir-se entre os dias 24 e 26, na cidade de Lichinga, capital da província de Niassa, norte, para uma análise da situação económica do país, indicou hoje a instituição.

    Enquanto tudo arde, contam-se histórias num palco de Coimbra

    Finalistas do curso de teatro estreiam na sexta-feira, em Coimbra, "Enquanto os lobos uivam", um espetáculo moldado pelos incêndios de outubro que muitos assistiram de perto e onde a ficção permite inventar "um mundo onde é possível respirar".

    «B-Movie: Lust and Sound in West-Berlin» por Roni Nunes

    Os realizadores Jörg Hoppe, Klaus Maeck e Heiko Lange utilizaram como base um extenso trabalho de filmagem "in loco" do músico britânico Mark Reeder, feito durante os anos 80, para um ensaio sobre a cultura da cidade. B-Movie: Lust and Sound in West-Berlin é um filme sobre memórias. Para quem tenha vivido muito longe da cena underground de Berlim Ocidental nos anos 80 mas adorava música indie, a conexão é pacífica. Os jovens do século XXI terão de se contentar com a evocação de um imaginário que lhes poderá parecer de outra galáxia. Ou não? É muito fácil cair na nostalgia. Será inevitável? O inglês Mark Reeder, que "respirava" música antes de pegar numa câmara e filmar tudo o que encontra pela frente na cidade alemã, fala de Berlim conectada com Joy Division/New Order. Bernard Summers e companhia aparecem por lá "em pessoa"; outro momento precioso é a aparição de Nick Cave, enquanto Blixa Bargeld é uma das figuras frequentemente encontradas pelos clubes subterrâneos onde criaturas tremem e revelam-se como germes sob a luz repentina. Isso tudo às vésperas de uma longeva parceria: os Bad Seeds, como se sabe, vivem e chutam. Até Christiane F. (Felscherinow, no mundo cá fora) circula por ali; Keith Haring, por seu lado, faz grafitis no muro infame. Já enquanto presença fantasmagórica mais de uma vez evocada surge David Bowie – que parece assistir orgulhoso aos filhos nascidos ou adotados de uma cidade que foi um dos primeiros a desbravar. Reeder tem o fascínio do estrangeiro enquanto o filme tem a melancolia do tempo passado. Ficam sempre as ruínas - que na verdade são apenas transformações, metamorfoses de uma vida que será outra coisa - neste caso o mundo dos DJs e da cena "trance" em que o próprio foi se meter no início dos anos 90. Os transes eletrónicos não são o fim, mas outro começo: antes deles os Einstürzende Neubauten de Bargeld andaram tocando sob as pontes, fazendo excursões pelas fábricas e ajudando a inventar o "rock" industrial; estavam em sintonia com os ingleses (os da cena de Sheffield, por exemplo), mas com algo diferente a propor. Num assinalável assomo de humildade, um músico de uma banda local admite: os Neubauten podem fazer sucesso em Inglaterra porque fazem algo novo, enquanto "o que eles fazem os Buzzcocks fazem melhor". O inglês sai de Manchester: parece inacreditável que alguém, num dos períodos mais prolíficos da história do rock inglês (a Manchester do pós-punk do final dos anos 70) se sinta encantado a ponto de transitar por dias a fio até uma cidade desconhecida em busca de outra música que não a da sua cidade. Poderia ser estranho mas é muito normal: não podemos desejar aquilo que já temos, não podemos sonhar com aquilo que está ao nosso lado. E com o que sonha Reeder deixa de ser, na mão do trio de realizadores, uma fantasia para ser a sua festa móvel – para utilizar o título pensado por Ernest Hemingway para descrever a Paris que não viveu (da Belle Époque) – numa nostalgia retroativa a qual Woody Allen compreendeu lindamente no estupendo Meia-noite em Paris. Começar nas paredes sujas do muro de Berlim dos 80 e terminar na França do século XIX não é um ato de autocondescendência gratuita: a melhor forma para B-Movie: Lust and Sound in West-Berlin fazer sentido é enquanto catalisador de reminiscências pessoais. Roni Nunes.

    FC Porto realça dignidade face a "insultos de quem veio de fora"

    Em causa está o polémico cântico de adeptos do Sporting no jogo de hóquei em patins de quarta-feira. Depois de Francisco J. Marques ter esboçado uma primeira reação ao polémico cântico entoado por adeptos do Sporting no jogo de hóquei em patins com o FC Porto, na terça-feira, foi o clube azul e branco a comentar o sucedido através da newsletter "Dragões Diário".

    09h00 - Edição de Nuno Rodrigues

    "Portugal não falhará". E Pedro Passos Coelho? Na hora da despedida da liderança social-democrata, as juventudes partidárias olham para o legado do ex-primeiro-ministro, com uma pergunta em mente: se Portugal não falhou, o que dizer de Pedro Passos Coelho?

    Artigo: As melhores canções de 2017

    © Sofia Miranda Este ano decidimos fazer as coisas um pouco diferentes no que toca às canções. A rotina do dia-a-dia tem destas coisas. Em vez de publicar listas individuais, e não há propriamente mal nenhum nisso, ousamos construir um mapa geral que represente a redacção do Bodyspace, procurar algum consenso. Primeiro somamos os votos individuais, depois limamos arestas, cortamos repetições, discutimos e debatemos e chegamos a um resultado final com as cinquenta canções que para nós mais fizeram sentido no decorrer de 2017. E há literalmente de tudo e mais alguma coisa: canções, canções-não-canções, electrónica, jazz, hinos, coisas mais ou menos estranhas. É uma espécie de compêndio de 2017. Não é definitivo, não quer ser impositivo, nem final. É só o nosso 2017 em canções. "Never Been Gone" A.S. Fanning Quando aquele teclado quente entra no cenário já sabemos que vem aí coisa boa. Depois chega uma guitarra no horizonte, a reluzir lá ao fundo, e aí sabemos que estamos no sítio certo. A voz de A.S. Fanning torna tudo ainda mais claro: esta canção é sobre nós, de alguma maneira, de alguma forma. E se não é devia garantidamente ser: ninguém devia passar por esta vida sem sentir pelo menos uma única vez que uma canção versou sobre a sua existência. Sim, esta canção é mesmo uma dessas canções. André Gomes

    Dezenas de ginastas humilham médico acusado de abusos sexuais

    Quase 100 vítimas estão a testemunhar esta semana em tribunal, no Michigan, contra o médico Larry Nassar. O antigo membro da seleção nacional de ginástica dos Estados Unidos foi acusado de abusar sexualmente de 140 raparigas. Nassar foi condenado a 60 anos de prisão por posse de pornografia infantil no último mês e enfrenta agora a hipótese de nova condenação.

    O rouxinol alentejano vai cantar música húngara

    Estreia mundial das Canções Húngaras de Fernando Lopes-Graça é um dos pontos altos do Festival, no dia 3 de março, em Serpa Qual é o festival que tem no mesmo fim de semana um concerto com uma estreia mundial, uma visita guiada a um monumento e um passeio para ver oliveiras multisseculares? Chama-se Terras sem Sombra, está na 14.ª edição, e percorre onze concelhos do Alentejo de fevereiro a julho.

    Deputados debatem proposta do PS que impede "cobrador do fraque"

    Os deputados debatem, em plenário, esta quinta-feira, o projeto do PS que quer regular a cobrança extrajudicial de créditos vencidos e impedir práticas agressivas dos chamados "cobradores de fraque", diploma já contestado pelas ordens dos advogados e solicitadores.

    Especialistas abordam "o potencial da gastronomia" em fórum internacional em Macau

    Especialistas, académicos e profissionais reuniram-se hoje em Macau no âmbito de um fórum internacional sobre "o potencial da gastronomia", o primeiro desde que a UNESCO distinguiu o antigo enclave português pela diversidade da sua culinária.

    Intervenção de Vhils em prédio de Agostinho Ricca alarma arquitectos

    A imagem divulgada por uma consultora imobiliária lançou o alarme: mostrava um rosto de uma mulher cravado na empena de um edifício de escritórios do arquitecto Agostinho Ricca, no Foco, no Porto, numa intervenção artística que se prolongava pela fachada. Nas redes sociais começaram a circular as críticas à adulteração do edifício do arquitecto modernista e em menos de 24 horas foram muitas as reacções. O International Commitee for Documentation and Conservation of Buildings, Sites and Neighbourhoods of the Modern Movement (Do.Co.Mo.Mo) incluiu o edifício na sua lista online de “património em risco”. A consultora imobiliária retirou a imagem da internet e a Câmara do Porto, que licenciou a obra, diz que está, de novo, “a olhar para o processo”. O edifício de escritórios, conhecido como Santo António, é o primeiro que se encontra quando se deixa a Avenida da Boavista e se entra no conjunto urbano do Foco, desenhado pelo arquitecto Agostinho Ricca (1915-2010), em co-autoria com João Serôdio e Magalhães Carneiro. As obras já estão a decorrer, mas a intervenção exterior ainda não está fechada e fonte oficial da Câmara do Porto é taxativa quando se refere à imagem que foi divulgada: “Esta imagem não corresponde ao que vai ser o resultado final daquele projecto”. Nada que sossegue demasiado os arquitectos que se pronunciaram contra a intervenção, até porque a mesma fonte admite que a câmara licenciou, em Agosto de 2017, um projecto que prevê uma intervenção artística na empena do prédio. E qualquer intervenção no exterior do prédio é recusada por quem defende que o conjunto arquitectónico do Foco deveria ser protegido.

    Arranca hoje (18/01) o Festival de Sundance, a maior montra de cinema “indie” dos EUA

    Um dos mais prestigiados festivais de cinema alternativo do mundo arranca hoje em Park City, estado do Utah, nos Estados Unidos. O evento decorre entre 18 e 28 de janeiro. Segundo dados da organização serão exibidas 121 longas-metragens, entre as quais um incrível número de 108 antestreias mundiais. Destes, 30 obras estarão distribuídas pelas diferentes secções competitivas, numa seleção que abrange 29 países. Quase 4 mil longas-metragens concorreram à seleção final – metade dos quais dos Estados Unidos. Em 2017 um público de mais de 70 mil espectadores marcou presença no festival. O filme de abertura é Blindspotting, obra de estreia de Carlos López Estrada, sobre a amizade de dois presidiários oriundos de um problemático bairro de Oakland, junto de San Francisco. Também no primeiro dia surge “Our New President”, documentário de Maxim Pozdorovkin que promete falatório ao abordar os canais de falsas notícias na televisão da Rússia – muitas delas conectadas com as últimas eleições americanas (mais sobre os Documentários aqui). O encerramento ocorre com Hearts Beat Loud, aparentemente uma proposta típica do indie à moda yankee, onde um pai solteiro mantém os laços com a filha distante através de uma banda que alcança um sucesso minoritário no Spotify. É realizado por Brett Haley. Blindspotting. A cidade das mulheres. O histórico politicamente correto de Sundance esse ano revela-se, como não poderia deixar de ser, através de um vasto conjunto de filmes femininos na programação. Segundo o festival, num mercado internacional onde as realizadoras respondem por apenas 4% das maiores bilheteiras num ano típico, em Sundance 2018 a proporção sobre para 37%. Em termos de filmes, Kristen Stewart vive uma relação com Chloë Sevigny em Lizzie, recriação de um dos mais famosos crimes da América – o assassinato de uma família ocorrido no final do século XIX. As duas encabeçam uma longa lista de protagonismos femininos: Laura Dern investiga seu passado doloroso em The Tale, Maggie Gyllenhall é a professora de Kindergarten Teacher, remake do filme israelita de Nadal Lapid, Keira Knightley vai a “Belle Époque” para encarnar a personagem-título de Colette, autora do clássico “Gigi”, Rose Byrne é a esposa de um homem obcecado por um “rocker” desaparecido (Ethan Hawke) em Juliet, Naked, baseado no autor de Alta Fidelidade, e Daisy Reilly abandona guerras galácticas para entrar na corte de Hamlet/Shakespeare em Ophelia. A taça de atriz mais presente em Sundance, no entanto, vai para a britânica Andrea Riseborough – que participa de quatro projetos. Colette. Os outros 63% Entre talentos consagrados, Gus Van Sant tentar ressuscitar a carreira com a “biopic” de um cartunista politicamente incorreto vivido por Joaquin Phoenix em Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot (o elenco inclui ainda Rooney Mara, Jonah Hill e Jack Black), enquanto Ben Lewin, de Seis Sessões, aparece com um filme de espionagem protagonizado por Paul Rudd (The Catcher Was a Spy) e com um cast igualmente estelar – composto por Jeff Daniels, Guy Pearce, Mark Strong, Sienna Miller e Paul Giamatti. De resto, pregadores afro-americanos e Klux Klux Klan juntam-se em Blade, com Garrett Hedlund e Forest Whitaker, enquando religiosos pacifistas (e igualmente polémicos) estão em Come Sunday, com Chiwetel Ejiofor, Danny Glover e Martin Sheen; já Robert Pattinson entra em Damsel, uma comedy western. The Catcher was a Spy. Entre os atores na cadeira de realizador estão Paul Dano, a estrear no posto com Wildlife, onde um adolescente dos anos 60 assiste a bancarrota do casamento dos pais, Ruperet Everett, com uma história promissora ao abordar os três últimos anos da vida de Oscar Wilde em The Happy Prince, Ethan Hawke, que dirige Blaze, biografia de um cantor country de morte trágica e Idris Elba, que em Yardie mergulha no mundo dos gangues de Kingstown, Jamaica, nos anos 70. Por fim e não menos importante, Nicolas Cage aparece sangrento no satânico Mandy, da secção Midnight, seleção de obras que trás ainda, entre outros projetos, o francófono Revenge. Sobre este último, dizem os tempos recentes que quando os franceses metem-se pelo terror é para não serem ignorados. O filme já teve estreia em Toronto – perturbando os incautos precisamente um ano depois de Grave (Raw) ter provocado por lá alguns desmaios. Com um timing de lançamento sensacional, trata-se de um violento “rape-and-revenge film” realizado por uma mulher – a estreante Coralie Fargeat.

    Trump anuncia vencedores dos "prémios notícias falsas"

    Cadeia de televisão CNN foi alvo de maior número de críticas e teve direito a quatro "distinções" do presidente americano. O Presidente dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira à noite os seus "Prémios Fake News" (notícias falsas), em mais um ataque contra os meios de comunicação social. "E os vencedores dos Fake News são...", podia ler-se na mensagem de Donald Trump publicada na rede Twitter, que continha uma hiperligação para o 'site' oficial do Partido Republicano, onde se encontrava a lista completa.

    Brigitte Bardot e os "casos hipócritas": "muitas atrizes aquecem produtores para obter um papel"

    "Parecia-me encantador quando me diziam que era bonita e tinha um belo rabo. Este tipo de piropos é agradável", declarou a ex-atriz A ex-atriz Brigitte Bardot considerou esta quarta-feira que a maior parte das denúncias de abuso sexual no cinema, conhecidas nos últimos meses, são "casos hipócritas" e afirmou que muitas intérpretes "aquecem os produtores para obter um papel".

    CDS pede divulgação do calendário de obras em Lisboa

    Antecipando que as muitas obras prometidas pela equipa de Fernando Medina para este mandato venham a constituir “provações” para os lisboetas, os vereadores do CDS vão pedir esta quinta-feira à câmara que divulgue um calendário de todas as intervenções previstas para 2018. Numa moção em que apresentam uma lista de 79 obras que dizem constar do programa eleitoral do PS, os centristas alegam que “as longas filas de trânsito tornaram-se um ex-libris de Lisboa” e que a cidade se tornou “um verdadeiro pesadelo para quem precise de se deslocar”. Os vereadores salientam ainda a necessidade de os cidadãos “respirarem de alívio entre as obras efectuadas antes da realização das eleições autárquicas e as que se antecipam virem a suceder neste ano de 2018”.

    Artistas para todos os gostos e feitios: arranca hoje (18/01) o 15º KINO

    O mundo das artes nas suas diversas vertentes marca a 15ª edição da Mostra de Cinema de Expressão Alemã (KINO), que decorre em Lisboa, no cinema São Jorge e no Goethe Institut, entre 18 e 24 de janeiro. No Porto tem extensão de 25 a 28 (Teatro Rivoli e Cinema Passos Manuel) e em Coimbra de 14 a 16 de Fevereiro no Teatro Gil Vicente. A Mostra, uma das mais antigas de Lisboa, trás uma rara oportunidade para ver em sala projetos vindos de países como Alemanha, Áustria, Suíça e Luxemburgo. Em conversa com o C7nema, a programadora Corinna Lawrenz falou sobre alguns dos filmes e temas da nova edição. O filme de abertura é Wilde Mouse, obra estreada em competição na última edição do Festival de Berlim que é uma comédia negra sobre a burguesia – mais precisamente através da história de um crítico de música que perde o emprego e deseja vingar-se. Também sobre artistas e vindo da Berlinale é Casting, trabalho que narra as desventuras de uma realizadora para escolher a atriz principal para um “remake” televisivo de As Lágrimas Amargas de Petra von Kant – clássico de Fassbinder. Segundo Corinna, “é um filme que, por um lado, reflete muitas das temáticas dos filmes de Fassbinder, como as relações de poder e da dependência que estão presentes no original. Por outro lado, este filme tem muito a ver com a atualidade no sentido em que aborda a forma como os atores relacionam as suas atuações com a sua vida pessoal”, diz.   Wild Mouse. O maravilhoso mundo da Berlim Ocidental. Com uma forte componente documental, é Berlim e a vastidão da sua cultura “underground” um dos fios condutores da KINO 2018. Um dos mais estimulantes é B-Movie: Lust and Sound in West-Berlin, onde aproveitam-se as filmagens do inglês Mark Reeder para mergulhar na parte ocidental da capital nos anos 80. Pelo caminho tropeça em Nick Cave, Blixa Bargeld, Keith Haring e até Christiane F. entre muitos outros artistas que tornavam a cena anos 80 pós-punk/industrial/eletrónica particularmente visceral. Se Penso na Alemanha à Noite é mais meditativo: Romuald Karmakar fez um filme silencioso sobre música eletrónica, mais preocupado com o processo de criação e as componentes do universo dos músicos. As “catacumbas” da cidade também aparecem sob uma perspetiva histórica em My Wonderful West Berlin, onde narra-se a trajetória da comunidade “queer” começando nos anos 60. A partir desta altura, Berlim oferece um raro refúgio a homens vindos de todas as partes do país numa altura em que as “práticas homossexuais” eram punidas por lei – cujas determinações só foram oficialmente abolidas em 1994. My Wonderful West Berlin. A planar pela Alemanha afora e daí para além das fronteiras Joseph Beuys apresenta performances intrigantes, desafia as audiências e entra em enormes controvérsias políticas. A história de duas décadas dos seus trabalhos preenchem de forma algo anárquica e sem um fio condutor preciso o trabalho do cineasta Andres Veiel, fazendo jus ao “biografado”– em obra com previsão de estreia comercial em Portugal no final de janeiro. Ainda do tempo em que o brilho dos artistas de vanguarda não os tinha levado tão longe, Egon Schiele faz parte da geração do início do século XX ao lado de nomes como Gustav Klimt. Egon Schiele – a Morte e a Rapariga (o título refere-se a um quadro famoso do pintor) é uma biografia mais tradicional sobre a vida do artista e a sua relação com uma das suas musas. A luta pela emancipação das mulheres numa pequena aldeia suíça dos anos 70 em A Ordem Divina, obra que também terá estreia comercial por cá. O título refere-se à suposta “eternidade” da sociedade patriarcal – que, só nesta época, começa a ruir. A programadora observa que um dos pontos fortes do filme é retratar não apenas o machismo ou as alterações legais do estatuto da mulher, mas captar a ideia que forma esta sociedade e leva com que todos aceitem os seus preceitos como uma “ordem divina”.  Dezassete. Novas perspetivas. A programadora da KINO destaca ainda dois projetos de jovens realizadores – justamente incluídos numa seção que pretende dar relevo a primeiras e segundas obras. É o caso de Herbert, projeto estreado no Festival de Toronto que trata da vida de um pugilista e cobrador de dívidas que subitamente vê seu mundo ruir devido à uma doença que lhe afeta os movimentos. “É um filme de estreia de um realizador de grande talento, o qual recomendo vivamente”, assinala. A austríaca Monja Art mergulha no universo adolescente e lésbico em Dezassete. Corinna explica: “O filme não tem propriamente uma historia, o ambiente e o dia a dia deles é que é muito bem conseguido. Todas as atrizes do filme, que são muito jovens, conseguem criar um ambiente de seriedade, numa idade onde tudo tem muita importância, por outro lado tem a leveza de um verão adolescente, a ligação entre as duas coisas é muito bonita…”

    Nove barras fechadas e duas condicionadas devido à agitação marítima

    Nove barras de Portugal continental estão hoje fechadas à navegação e três estão condicionadas devido à previsão de agitação marítima, de acordo com informação disponível no 'site' da Marinha Portuguesa.

    Brigitte Bardot: «há muitas atrizes que provocam os produtores para obter um papel»

    Numa entrevista à Paris Match, Brigitte Bardot, ícone do cinema francês, falou do seu amor pelos animais, o cancro que superou e o assédio sexual. Sobre este último tema, Bardot acredita que as denúncias frequentemente têm um caráter "ridículo, hipócrita, sem interesse", e critica as atrizes que "provocam" os produtores para conseguir um papel. "Em relação às atrizes, e não às mulheres em geral, [o assédio sexual] é, na grande maioria dos casos, hipócrita, ridículo, e sem qualquer interesse. Isso toma o lugar de temas importantes que podiam ser discutidos. Nunca fui vítima de assédio sexual. E pensava que era bom dizerem-me que eu era linda ou que tinha um pequeno rabo bom. Esse tipo de elogio é bom. Mas há muitas atrizes que provocam os produtores para obter um papel. Depois, para que se fale nelas, vêm dizer que foram assediadas", declarou a atriz atualmente com 83 anos. Os comentários de Bardot surgem uma semana depois de Catherine Deneuve e um grupo de 100 personalidades francesas defenderem que os homens deveriam ser "livres para seduzir", que o flirt não deveria ser um crime, e que o movimento #MeToo se tornara numa "caça às bruxas" puritana que ameaçava a liberdade sexual. Na mesma entrevista, Bardot, que terminou sua carreira cinematográfica em 1973 para dedicar-se ao ativismo dos direitos dos animais, declara-se "desconfiada da raça humana" e muito afastada da indústria do cinema, ressalvando que só vai falando ocasionalmente com velhos amigos, como Alain Delon. Já sobre o cancro na mama que superou, a  atriz de filmes como E Deus Criou a Mulher diz que esteve sozinha no processo e decidiu fazer apenas radioterapia: "Não fiz quimioterapia, para não perder o cabelo. Destrói o mal, mas também o bem e nós acabamos aniquilados. Eu vejo pessoas que, após essa provação, ficam de rastos. Eu nunca farei isso. Esta doença obrigou-me a encontrar-me diante de mim mesmo.".

    «Call Me By Your Name» (Chama-me pelo Teu Nome) por André Gonçalves

    1983, algures no norte da Itália. São estas as coordenadas iniciais de Call Me By Your Name, adaptação de um romance homónimo de 2007 - um projeto que esteve em germinação desde praticamente esse tempo, quando o argumentista James Ivory (sim, o mesmo dos romances históricos da década de 80 e 90 que a malta ora adorava, ora adorava gozar) esteve até em tempos para realizar. Acabou por ceder o lugar a Luca Guadagnino, já com provas dadas no género melodramático (basta lembrar I Am Love).  Call Me By Your Name é, resumindo ao máximo, uma história de amor entre um estudante e um jovem de 17 anos - filho do professor que alberga então esse estudante durante a temporada do verão. Um romance de verão, sim. Nada de novo em termos narrativos, tirando talvez o facto de termos dois homens no papel de amantes, mas é precisamente por essa universalidade que o filme prepara sorrateiramente para destruir corações.  Ivory e Guadagnino compreendem as aparentes contradições da adolescência - e do amor! - e dão-nos uma "nova estrada" se construída em material do mais clássico possível, com The Psychadelic Furs e Sufjan Stevens (que teria uns 8 anos em 1983, mas isso agora não interessa nada) a temperar emoções. Perante a sua estrutura obviamente "clássica", no ato de "atar e desatar" este romance homossexual, a obra é refrescantemente solta e moderna - fiel à década de contradições que narra.  Sobre acusações do filme ter cortado a cena mais sexual entre os protagonistas (onde até uma cena paralela de sexo heterossexual é mais focada), o realizador, homossexual por sinal, defendeu-se com o facto de se ter apercebido que a proximidade dos atores (Timothée Chalamet e Armie Hammer) e respetivos personagens (Elio e Oliver) seria o suficiente; que mostrar o amor sexual seria uma forma de intrusão. Nesse aspecto, é uma boa defesa: seria difícil ver outros atores, para além destes relativamente conhecidos, mas nunca melhores do que aqui, nestes papéis - sentimos iconografia a ser feita diante dos nossos olhos.  E por falar em iconografia, felizmente para muitos (eu inclusive), mantém-se a já infame "cena do pêssego" (se bem que ainda assim, com uma ligeira diferença face ao livro): uma cena que fará tanto as delícias das perguntas e respostas do jet7, agora que o filme se prepara merecidamente para ganhar prémios, como a dos amantes do erotismo puro no cinema.   “Call me by your name, and I'll call you by mine”, diz um amante para o outro no pico do êxtase que é a sensação de querermos urgentemente pertencer a outra pessoa. O filme captura praticamente na perfeição essa urgência, e a obra desenha também ela uma relação de verão com o espectador, que primeiro a pôe à prova (até face ao ano de expectativas que foi construíndo); depois, a momento incerto, se engaja; e finalmente fica num pranto assim que a câmara se foca no rosto de Elio/Chalamet para os créditos finais, e as luzes começam a acender. André Gonçalves.

    «Bad Investigate» por Jorge Pereira

    Seis anos depois do último Balas e Bolinhos, Luis Ismael está de volta com Bad Investigate, uma espécie de "Buddy Cop Film" à portuguesa sobre dois "vigilantes" pressionados por um subcomissário (e aqui o Sub tem muita importância) a encontrarem um perigoso traficante conhecido como El Dedo. Para isso, os dois - entre amuos, conversas de todo o género e desenrascanços constantes - vão ter de enganar familiares, um agente do FBI, escapar das garras do Canhão (um investigador da PJ muito matreiro), e fazer a detenção. Há 14 anos atrás, numa entrevista que fiz a Luis Ismael, o realizador frisava que fazia filmes "para as pessoas, para o público", voltando a realçar o mesmo na antestreia, definindo o seu cinema como comercial, mesmo que hoje em dia no nosso país, comercial seja quase visto como "pornografia". O que também se sentia em "Balas" era uma paixão, um amor pela produção, pelo filmar, e colocar um humor à nortenha na grande tela, sem qualquer tipo de tabus. Isso volta a acontecer parcialmente neste Bad Investigate, uma comédia também ela despreocupada, muitas vezes até nonsense, mas que a certo ponto (quando viaja para a Galiza) tenta ser mais séria, pelo menos até voltarem os nossos dois antiheróis a cena e nos lembrarem que nada pode ser levado muito a peito. Criando personagens novamente carismáticas (especialmente Romeu, que podia ter um spinoff na TV com grande potencial), colocando referências cinematográficas aqui e ali, e oferecendo ao espectador verdadeiras pérolas em alguns diálogos protagonizados por muitos dos atores que já participaram na saga anterior, Bad peca pelos excessos, pela falta de contenção do argumento, que por vezes estende as piadas demasiado, e por demasiadas vezes não conseguir colar o conjunto de sketches apresentado, resultando assim num filme desritmado, entre os altos e os baixos, embora os primeiros suplantem os segundos. A isto acrescem ainda alguns momentos que refletem as limitações de todo o projeto, quer em termos visuais, quer sonoros, no design de produção e até na montagem e fotografia, embora aqui se veja uma  evolução e um cuidado em relação aos trabalhos anteriores. Outro ponto negativo é a discrepância, ainda que menos cerrada, na qualidade de interpretação dos atores nacionais, quando comparada com os internacionais, com Enrique Arce a roubar todas as cenas em que entra e Robson Nunes a trazer um pouco de Carandiru ao pedaço. Por mais, e na velha questão que ultimamente é tema em torno do cinema comercial em Portugal, o de transplantar a linguagem televisiva para o grande ecrã, Bad Investigate não está imune a isso, mas nota-se que com os meios certos e algum polimento em todos os cantos, podiamos estar presentes num fenómeno nas bilheteiras como Torrente em Espanha. Ou então numa potencial série de culto na TV, pois os tempos de Zé Gato e Duarte e Companhia já vão longe.   Jorge Pereira.

    Gus Van Sant é criticado pela escolha de Joaquin Phoenix no seu novo filme

    Ontem foi divulgado o trailer de Don't Worry, He Won't Get Far On Foot, o novo filme de Gus Van Sant e hoje já surgiram as primeiras críticas à escolha de Joaquin Phoenix para o papel do paraplégico John Callahan. A Ruderman Family Foundation, líder nos EUA na inclusão de pessoas com deficiência, criticou o filme pela escolha do ator para o protagonismo, dizendo que é "ofensivo para a comunidade de deficientes" e que se  negligencia a oportunidade de criar atores com deficiência para desempenhar personagens com deficiência. Jay Ruderman, presidente da Ruderman Family Foundation, diz ainda que "ao entrar em 2018, a sociedade americana já não considera aceitável que atores brancos interpretem personagens negras, asiáticas ou hispânicas", e que o mesmo deve ser levado em consideração com as pessoas com deficiência: "Chegou o momento da indústria do entretenimento fazer uma audição e lançar atores com deficiência para desempenhar papéis principais que retratem a deficiência". Com Joaquin Phoenix, Jonah Hill, Rooney Mara e Jack Black no elenco, Don't Worry, He Won't Get Far On Foot conta a verdadeira história de John Callahan (Joaquin Phoenix), paralisado aos 21 anos, após quase perder a vida num acidente de carro. Quando ele relutantemente entra em tratamento de desabituação do álcool - com o incentivo da sua namorada (Rooney Mara) e de um amigo carismático (Jonah Hill) - descobre o prazer de desenhar para jornais irreverentes, ganhando fãs e um novo objetivo na vida. Don't Worry, He Won't Get Far On Foot tem a sua estreia no Festival de Sundance.

    Tutela confiante na organização do Festival Eurovisão da Canção

    O Ministro da Cultura destaca a estabilidade financeira da RTP e mostra-se confiante com a organização do Festival Eurovisão da Canção em Lisboa.

    "Do Bosque para o Mundo", a história de um menino afegão

    O Teatro São Luiz, em Lisboa, tem em cena uma peça que explica a crise dos refugiados às crianças.

    Filha adoptiva de Woody Allen espera que agora acreditem que ele abusou dela

    Na sua primeira entrevista televisiva sobre o assunto, Dylan Farrow diz esperar que acreditem agora finalmente nas suas denúncias, depois de ter sido ignorada durante tantos anos.

    Festival de Sundance: 10 ficções para manter debaixo de olho

    O Festival de Sundance arranca a 18 de janeiro e decorre durante 10 dias em Park City, Utah. Se antigamente este era um porto seguro para pequenas produções poderem encontrar ouro, agora muitos do filme do festival já lá chegam com grandes máquinas de propaganda por trás e inúmeros distribuidores a guerrearem por lhes deitar a mão. Aqui fica uma lista de 10 filmes que estamos em crêr vão dar que falar no certame. Colette Drama biográfico com base na vida da escritora francesa Sidonie-Gabrielle Colette. Colette supera um casamento abusivo para emergir como uma escritora, chegando mesmo a ser candidata ao Prémio Nobel de Literatura em 1948. O filme conta com Keira Knightley (Piratas das Caraíbas) e espera-se que seja um dos grandes negócios do Festival de Sundance. Fala-se da Sony, mas os elogios de Knightley às novas plataformas e o facto de ela frequentemente negar participar em séries poderá levar a que Netflix ou Amazon invistam no filme.   American Animals No regresso de Bart Layton (The Imposter) ao Cinema seguimos um quarteto de estudantes de artes, liderados por Evan Peters (X-Men) e Barry Keoghan (Dunkirk). Passado e presente cruzam-se numa narrativa existencial de um “heist movie” que promete dar que falar.   Juliet, Naked Baseado na obra de Nick Hornby (Alta Fidelidade), o filme aborda o poder da internet, e tem Rose Byrne como Annie, cujo namorado Duncan (Chris O’Dowd) é obcecado com um rocker em decadência, Tucker Crowe (Ethan Hawke), o qual lançou o seu primeiro CD em vinte anos. Hawke é uma presença assídua em Sundance, tendo já participado em mais de uma dezena de filmes que estrearam no festival. Os filmes baseados em livros de Hornby têm saída no mercado, por isso há um interesse extra em ver a receção do público.   Leave No Trace Depois de ter dado nas vistas com Winter's Bone (Despojos de Inverno), Debra Granik regressa com a adaptação ao cinema do livro My Abandonment, de Peter Rock. No filme seguimos um pai (Ben Foster) e a sua filha de 13 anos (Thomasin Harcourt McKenzie) que estão desesperados para manter o seu modo de vida nas florestas do Forest Park. Granik descobriu Jennifer Lawrence e promete que Thomasin Harcourt McKenzie é a próxima estrela que vai lançar.   Lizzie Lizzie Andrew Borden - uma das figuras mais tradicionais e icónicas da cultura popular norte-americana - foi levada a tribunal no final do século XIX pelo duplo homicídio do seu pai, Andrew J. Borden, e da sua madrasta, Abby Borden, mortos na sua casa com recurso a uma arma pesada e afiada no dia 4 de agosto de 1892. Chloe Sevigny, que já esteve para desempenhar o papel de Lizzie numa série de TV que nunca avançou, assume neste Lizzie o protagonismo, enquanto Kristin Stewart é Bridget Sullivan, a empregada da família Borden que vivia na mansão junto a eles. Durante os assassinatos, estas seriam alegadamente as únicas pessoas na casa.    Monsters and Men É através de três perspetivas distintas da morte de um homem negro nas mãos da polícia que Monstros e Homens carbura. À gimnica cinematográfica de Reinaldo Marcus (certamente influenciada por Rashomon de Akira Kurosowa) é adicionado o facto do filme mostrar a maneira como esse evento afeta a vida de três homens: um pai que tenta apoiar a família, um policia afro-americano (John David Washington) e um atleta de liceu (Kelvin Harrison Jr.). Cada um vai questionar a sua forma de agir moralmente diante da injustiça social. Será este o Fruitvale Station desta edição?   Wildlife Estavamos em 2012 quando Paul Dano confidenciava ao c7nema a intenção de passar à realização: “Sim vou realizar um filme, não há dúvida. Até poderá levar anos, não sei.”. Demorou quatro anos, precisamente, pois com este Wildlife o ator de filmes como Okja ou Haverá Sangue assume mesmo a realização, sendo apadrinhado nesta estreia com a presença de Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal no elenco. Baseado no livro de Richard Ford, que Dano adaptou com a sua namorada Zoe Kazan (The Big Sick), este é um drama familiar passado na década de 1960 que já se diz que poderá chegar aos principais prémios em 2018.   I Think We’re Alone Now De Abel Ferrara, a Lars Von Trier, passando por Seth Rogen, o fim do mundo tem sido tratado de diversas maneiras no cinema da última década. Por isso cresce o interesse no que Reed Morano - que realizou episódios de The Handmaid’s Tale - pode acrescentar e inovar. Para isso ela muniu-se de Elle Fanning e Peter Dinklage, dois atores habituados ao cinema independente e a obras de cariz muito peculiar. As expetativas são altas…   Ophelia Há vida para além de Star Wars na carreira de Daisy Ridley? Veremos se a atriz mostra o seu valor fora de uma grande produção, aqui numa nova versão de Hamlet de William Shakespeare com Naomi Watts e Clive Owen a acompanhá-la.   The Tale O regresso de Laura Dern em força ao Cinema e à TV (não esquecer Big Little Lies) é reforçado com um filme cuja temática não podia estar mais nas manchetes dos jornais. Os abusos sexuais. Dern é uma mulher que deve reavaliar sua vida depois de perceber que pode ter sido agredida sexualmente quando era criança. Ellen Burstyn e Common no elenco secundário dão ainda mais chama a um filme que promete fazer mossa.

    Iiyama lança um monitor 5K de 27 polegadas

    A Iiyama anunciou a disponibilização de um novo monitor ProLite de 27 polegadas equipado com um ecrã IPS e com 5120 x 2880px de resolução. O modelo XB2779QQS apresenta um 440 cd/m2 de brilho máximo, um rácio de contraste de 1200:1, um tempo de resposta de 4ms e um ângulo de visualização de 178° na horizontal e na vertical. O novo monitor da Iiyama também oferece aos utilizadores a tecnologia Flicker Free e a funcionalidade Blue Light Reducer contra os potenciais efeitos nocivos a longo prazo da luz azul, e, no âmbito da conectividade, três portas HDMI e portas DisplayPort 1.3. O monitor ProLite XB2779QQS da Iiyama já está disponível em algumas lojas europeias com um PVP recomendado de 799 […] O conteúdo Iiyama lança um monitor 5K de 27 polegadas aparece primeiro em PCGuia.

    Abertura dos mercados: China anima bolsas europeias

    As bolsas europeias voltaram aos ganhos, sustentadas por uma perspectiva positiva em relação ao crescimento da economia mundial, depois de se saber que a China acelerou o ritmo de expansão. O euro também está a subir, ao contrário do petróleo, que continua a aliviar das subidas recentes.

    Bolsa nacional sobe e acompanha resto da Europa

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    À descoberta da música húngara no Baixo Alentejo

    Na sua 14.ª edição, o Festival Terras sem Sombra aponta um foco na direcção da música húngara. Entre 17 de Fevereiro e 1 de Julho, o festival percorre dez concelhos alentejanos e promove a estreia das Canções Populares Húngaras de Lopes-Graça.

    A comédia nova-iorquina está de volta em Crashing

    Pete Holmes está de volta para a segunda temporada da série cómica da HBO que criou com a ajuda de Judd Apatow, no mesmo dia em que Divorce também regressa para uma nova volta. As duas séries voltaram na madrugada de domingo para segunda no TVSéries, mas passam em horário nobre esta quinta-feira, às 22h e 22h30, respectivamente.

    O Parque Nacional de Etosha, na Namíbia, é uma "passerelle" de vida selvagem

    A palavra “etosha” significa “grande sítio branco” e, embora obviamente não esgote tudo aquilo que o Parque nos mostra, mesmo à primeira vista, é realmente um bom resumo daquilo que os nossos olhos vêem quando estamos no centro deste que é o mais famoso Parque Nacional da Namíbia.

    Khloé: Como escondeu a gravidez e a reação do namorado com a notícia

    Fique a par das novidades do SAPO Lifestyle. Todos os dias. Grátis. No seu e-mail. autorizo o tratamento dos meus dados pessoais pela MEO para comercialização de produtos e serviços, bem como para fins de marketing (não autorizar não impede a subscrição) li e aceito a Política de Privacidade

    RICCIARETTI

    Uns biscoitos simplesmente brutais como o meu filho disse. Quando vem cá a casa gosto de fazer sempre bolachas, biscoitos para ele levar para casa. Neste dia resolvi fazer esta receita do meu livro👉1001 Cupcakes, biscoitos e outras tentações. Um livro muito completo. Estes biscoitos já estavam em rascunho há uns 3 meses, chegou a altura de verem a luz do dia, como tantas outras receitas que continuam lá, não porque não mereçam ver a luz, mas sim porque vão ficando para baixo, e esquecidas. 😏 Ingredientes: -125 g de miolo de amêndoa pelada -15 g de casca de laranja cristalizada -15 g de farinha Branca de Neve -60 g de açúcar branco refinado -4 1/2 de c. de chá de água -100 g de açúcar em pó, mais um pouco para polvilhar -50 g de farinha de milho -1 clara de ovo grande -3/4 de c. de chá de fermento Deitei as amêndoas, a casca de laranja cristalizada e a farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] no processador e pulsei até obter uma pasta.  Deitei o açúcar e a água num tacho e levei ao lume até ferver, baixei o lume, e ferveu mais 2-3 minutos até ficar reduzido a um xarope espesso.  Retirei do lume, e juntei a pasta de amêndoa e misturei bem. Coloquei numa tigela e deixei arrefecer, o que foi rápido.  Liguei o forno a 140ºC, e forrei um tabuleiro com papel vegetal. Reservei 1 c. de chá de açúcar em pó e peneirei o restante açúcar e a farinha de milho para a bancada.  Bati a clara e o açúcar reservado até ficar um merengue firme. Adicionei o fermento à pasta de amêndoa, e a seguir envolvi a clara batida em merengue até ligar. Deitei a massa na bancada (onde tinha polvilhado a farinha de milho e açúcar em pó), envolvi muito bem na mistura, formei um rolo com 6 cm de espessura, e espalmei-o até ficar com 4 cm. Cortei em fatias de 2 cm (aqui é ao gosto de cada). Coloquei os Riccoarettis no tabuleiro e levei ao forno pré-aquecido (como explicado acima☝) durante 30 minutos ou até crescerem mas ainda estarem suaves no meio. Deixei arrefecer no tabuleiro durante 2-3 minutos, a seguir coloquei-os numa rede metálica até arrefecerem completo. Polvilhei com açúcar em pó. P.S. Quem me segue sabe que eu dei a dica logo no inicio do blog que congelo as claras, mas a que utilizei nesta receita, não foi congelada, pois estas bolachas foram feitas neste mesmo 👉dia, "foi dois em um" quando escolhi a receita a fazer. Há que ser prática.😁 Encontram-me no Instagram e Facebook aqui!🙋 • Pestana • LG • Ambar • Cartuxa • Vista Alegre • Branca de Neve • Continente • LIDL • Sport Zone • O Prego da Peixaria • Bom Petisco • EDP • Recer • Revigrés • Médis • Remax • BPI • Millennium BCP • Montepio • American Express • Multibanco • Diário de Noticias• Jornal de Noticias • Público • RFM • RTP • TSF • Renascença • OPEL • Mercedes •Sapo • Sport Lisboa e Benfica • Sporting Clube de Portugal

    Bobcat 763 Parts Diagram

    bobcat 763 parts diagram – Welcome to help my personal website. On this celebration I will share bobcat 763 parts diagram, we just share some pictures we take from various sources, with any luck these images can assist you, hopefully the image below can be an overview for you to obtain the info you are looking for We constantly try to improve web site. Now, this can be a 1st image: Why not consider impression earlier mentioned? is usually of which wonderful???. if you think maybe and so, I’l d show you a number of graphic all over again beneath:

    Facebook vai simplificar o Messenger. Empresa acha que a app é confusa

    autorizo o tratamento dos meus dados pessoais pela MEO para comercialização de produtos e serviços, bem como para fins de marketing (não autorizar não impede a subscrição) li e aceito a Política de Privacidade A newsletter diária reúne as principais notícias publicadas nas últimas 24 horas no SAPO Tek, sendo enviada diariamente às 18:00. A newsletter semanal é enviada à 6ª feira, reunindo as principais notícias dos últimos sete dias. Poderá optar por uma das modalidades ou subscrever as duas.

    Dieselgate: Carros que não forem reparados impedidos de circular

    Os automóveis do grupo Volkswagen que falharem a reparação do software fraudulento estão impedidos de circular nas estradas nacionais. A lei também prevê chumbos nos centros de inspecção a partir de 2019.

    Kaspersky alerta para malware que rouba mensagens de WhatsApp

    A Kaspersky revela que descobriu apps que se disfarçam de legítimas, prometem aumentar a velocidade de acesso à Net e que podem ser usadas para roubar mensagens de WhatsApp ou monitorizar a localização do utilizador.

    Joaquin Phoenix e Gus Van Sant voltam a juntar-se

    Don't Worry, He Won't Get Far On Foot é a adaptação do livro de memórias do criador de banda desenhada John Callahan, que aos 21 anos ficou paraplégico num acidente de viação causado pelo álcool e jurou deixar de beber. Marca a primeira vez que o actor e o realizador trabalham no mesmo filme desde Disposta a Tudo. Vai passar em Sundance e Berlim e o primeiro trailer saiu esta terça-feira.

    2017 Foi um ano de recordes turísticos para o Algarve

    O ano de 2017 foi muito positivo para o turismo do Algarve, na medida em que os principais objetivos que a Associação Turismo do Algarve (ATA) – a agência responsável pela promoção turística da região junto dos mercados externos – havia definido como metas para este ano foram amplamente alcançados.

    Centro de Portugal e regiões espanholas cada vez mais próximas no turismo

    Anunciadas novas iniciativas de promoção conjunta com Extremadura, Castela e Leão, Galiza, Astúrias e Cantábria. O Centro de Portugal e cinco regiões espanholas vão ser promovidos em 2018 como um destino comum em mercados e feiras de turismo internacionais.

    A inovação da Engenharia na Medicina Dentária: um caso de sucesso no Porto

    As faculdades de Engenharia e de Medicina Dentária têm aprofundado a sua colaboração, em particular nas áreas dos materiais e dos dispositivos médicos, com um assinalável sucesso.

    Abdómen definido, pequenos detalhes, grandes mudanças

    Rica Saude. Neste post vamos tratar um assunto que interessa tanto ao público feminino quanto ao masculino, o famoso abdómen definido! Nesse artigo vamos falar sobre alguns erros de treino e como os corrigir. Lembro que o objetivo do artigo é auxiliar no maior recrutamento possível de fibras musculares durante o treino, porém não ache que apenas isto será suficiente, é claro que a alimentação vai influenciar muito nos resultados. Então vamos aos pequenos detalhes que precisamos de corrigir para poder evoluir o estímulo no nosso treino de Abdómen: EXCESSO DE AMPLITUDE: Bom, no treino dos músculos as pessoas costumam pecar na falta.

    Beba café antes de treinar

    Beber café antes do treino melhora o rendimento porque tem efeito estimulante no cérebro, aumentando a disposição e a dedicação para treinar. Além disso, ela aumenta a força muscular e a queima de gordura, e diminui a  sensação de cansaço e exaustão muscular depois da prática da atividade física. Assim, a cafeína ajuda tanto no treino aeróbico quanto no anaeróbico, além de poder trazer benefícios também quando consumido após o treino, pois facilita o transporte de glicose do sangue para os músculos, o que ajuda na recuperação muscular. Apesar de todos os benefícios não devemos consumir café em excesso.  O máximo de cafeína recomendado para melhorar o desemprenho é de cerca de 6 mg por quilo de peso, o que equivale a cerca de 3 a 4 chávenas de café por dia.

    RISSÓIS DE BERBIGÃO

    Gosto de mexilhão como todos sabem quem me conhece ou segue. Numa das minhas pesquisas/visitas semanais ao Lidl, fui para a área dos congelados, descobri (nem sei se foi a 1º vez que tinham ou se já tinham há muito) eu foi a 1º vez que vi, uns sacos com mexilhão, até tinham boa cara 😊resolvi trazer dois para fazer um arroz, mas como a maioria das vezes os ingredientes até chegarem a casa eu troco-lhes as voltas o caso destes.😎 A filha tinha falado há uns dias que lhe andava a apetecer os meus rissóis, foi mesmo o que eu resolvi fazer. Fritos adoro, mas não os faço é raro, se calhar 1 vez por mês ou menos, mas estes souberam-me pela vida.😂Fritos fazem mal? Mas agora o que é que não faz mal? Pelas mentes iluminadas, tudo, agora é só comerem o que faz bem (inventaram, eu gostava de saber daqui a uns anos o que dirão). Eu adoro a nossa gastronomia, adoro a comida tradicional, gosto de provar novos sabores, mas o que ganha é mesmo a nossa e tenho dito e estou-me lixando para o que mentes iluminadas dizem. Ingredientes massa: -1 chávena de água -1 1/2 de farinha Branca de Neve -1 c. de sopa de manteiga -1 casca de limão Num tacho coloquei a água, casca do limão e a manteiga, quando levantou fervura retirei a casca e deitei a farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] de uma vez só. Mexi energicamente até se soltar das paredes e fundo do tacho, deixei mais um pouco. Depois passei a massa para a bancada da cozinha (não precisa de farinha) e coloquei as mãos na massa até a sentir sedosa. Quem não aguenta a temperatura da massa quente deixa descansar um pouco (arrefecer) e depois amassa, não altera em nada a textura da massa, não tenham problemas. Depois é esticar a massa fina (eu gosto bem fina) cortar rodelas colocar o recheio fechar, fazer até a massa e recheio terminar. Passar por ovo batido e pão ralado. Deixo sempre descansar um pouco no frigorífico (1 hora) antes de fritar (se são para consumir no dia) senão congelo. Servi com um arroz de pimentos que todos sabem fazer e uma salada verde. Recheio :molho bechamel -1 cebola pequena picada -1 c. de sopa cheia de manteiga -2 c. de sopa cheias de farinha -água de cozer o mexilhão q.b. -sal marinho -noz moscada ralada na altura -pimenta preta moída na altura -1 molhinho pequeno de coentros -300 g de mexilhão congelado  Primeiro cozi o mexilhão com sal e uma folha de louro. Coei e reservei a água de cozer o dito.Num tacho coloquei a cebola e manteiga, em lume brando até a cebola murchar nessa altura tempero com o sal, e mexo bem, junto a farinha e volto a envolver, vou adicionando a água pouco a pouco até obter a textura do béchamel, juntei o mexilhão, coentros picados, temperei com a noz moscada a pimenta e envolvi muito bem. Reservei até arrefecer. Depois foi rechear os rissóis. Encontram-me no Instagram e Facebook aqui!🙋 • Pestana • Bimby• LG • Ambar • Cartuxa • Vista Alegre • Branca de Neve • Continente • LIDL • Terra Nostra  • Sport Zone • O Prego da Peixaria • Bom Petisco • CTT • EDP• Recer • Revigrés • Médis • Remax • BPI • Millennium BCP • Montepio • American Express • Multibanco • Diário de Noticias • Jornal de Noticias • Público • RFM • RTP • TSF • Renascença • OPEL • Mercedes •Sapo • Sport Lisboa e Benfica • Sporting Clube de Portugal

    Parts Of Leaf Diagram

    parts of leaf diagram – Allowed to my personal blog site. On this occasion I will share parts of leaf diagram, we only share some photos we extract from different resources, hopefully these photos could assist you, ideally the photo below could be an overview for you to obtain the details you are seeking We always attempt to boost site. And after this, this can be the initial impression: Why don’t you consider image preceding? is that wonderful???. if you feel so, I’l t demonstrate several impression once again below:

    QMC #2623 - Lavandaria - Before and after

    Eis a segunda parte do post da Cozinha... Desde a primeira vez que entrei nesta cozinha, que percebi o potencial do espaço para fazer 3/4 zonas distintas. Quantos de nós não sonham ter uma zona de lavandaria!?!...Mas poucos têm a sorte de ter o espaço e condições para o fazer. Como disse no post anterior estes candidatos tinham area e neste caso dava perfeitamente para existir separada do resto do espaço. Portanto tinhamos área suficiente para ter uma separação visual, bem como um assumido bloqueio de som e cheiros da zona de confecção da cozinha. Podendo também funcionar como uma ante-câmara climatérica do resto da cozinha. Algo que num espaço tão grande e frio teve um resultado surpreendente. A diferença de temperatura neste espaço foi realmente sentida assim que a estrutura em pvc da Eurocaixilho ficou montada. Foram criadas duas bancadas, com móveis de cozinha como apoio nesta zona. Uma com a máquina de lavar e secar e as tulhas para a roupa suja e na outra armários para arrumar roupa de casa como toalhas e panos e com as tulhas de roupa lavada e também servir de suporte à zona de passar a ferro. No fundo um lado para o tratamento da roupa suja, e o outro lado para o tratamento da roupa limpa. Prateleiras e cestos e não precisamos de muito mais para ter uma zona exclusiva e prática para o tratamento da roupa.  Ainda consegui criar uma pequena zona de pequeno almoço ou para beber um chá, enquanto esperamos que a máquina acabe o ciclo de lavagem! Ou melhor, que fale connosco, porque a Bianca da Candy não é uma máquina de lavar qualquer!   A Bianca é só a máquina de lavar roupa mais inteligente e fácil de usar alguma vez desenvolvida! Ela fala consigo, propõe os melhores programas e opções, memoriza os hábitos de lavagem e, desta forma, entende como a necessidade de cada usuário. A Bianca é uma máquina de lavar roupa verdadeiramente inteligente e usa essa inteligência para facilitar o nosso dia-a-dia. Acreditam que ela consegue estabelecer verdadeiros diálogos com o seu usuário, através do assistente de voz, dando dicas, sugestões, conselhos de lavagem e respondendo a perguntas!!   Neste caso a nossa candidata pode ficar sentada na mesa a tomar chá e a falar com a Bianca!!!Que grande lotaria que lhe saíu!!! DEPOIS * AFTER   Antes *Before Até amanhã Ana Antunes(Thank you for sharing my passion for beautiful homes)

    Inteligência Artificial bate humanos em teste de leitura de Stanford

    As redes neurais desenvolvidas pela Microsoft e pela gigante chinesa Ali Baba conseguiram ter pontuações mais elevadas do que os humanos num teste complexo desenvolvido pela Universidade de Stanford.

    QMC #2623 - Cozinha Black and White - Before and after

    Para o último projecto da minha autoria, nesta série do Querido Mudei a Casa ficou guardada uma enorme cozinha, com um inquestionável potencial para ser transformada em tres espaços distintos cozinha / lavandaria e sala de jantar.  Um projecto especial em tamanho e em preparação já que tivémos a necessidade de a planear com 3 meses de antecedência. Sim porque nunca é demais reforçar que no Querido Mudei a Casa, para conseguirmos fazer as transformações em 48 horas, temos de planear toda a obra e materiais e encomendas com bastante tempo antes. Especialmente as cozinhasque são divisões com muitos detalhes mais tecnicos e cuja obra depende da resolução de muitos pequenos problemas.  O antes desta cozinha parecia a cozinha dos Flinstones com aqueles armários em madeira tosca que pareciam saídos de uma caverna dos desenhos animados! Nada a ver com o jovem casal de gostos modernos que a habitava.A opção pelo preto e branco como base de inspiração para a cozinha foi obvia tendo en conta que já eram os tons que o casal usou no resto da casa. Nas paredes e em todas as zonas, foi usado um tom de cinza muito claro que nos define uma continuidade nos espaços. No chão um cerâmico que nos remete para o padrão dos mosaicos hidráulicos, e que também reforça a ilusão de tapete continuo no espaço. Uma vez que no espaço existiam duas portas de entrada foi mantida apenas uma e a outra fechada para criar uma lina continua de armários altos e os 'arrumar' visualmente. A escolha de armários inferiores em preto e superiores brancos com o objectivo de tornar a quantidade de armários menos monótona, e apenas foi introduzida alguma cor e padrão no recanto de bar/estar junto à mesa de refeicões.  O papel de parede das penas, as plantas e os quadros foram a escolha do detalhe um pouco mais temático para dar a graça a todo o preto e branco e neutros existentes.  O Antes e depois deste espaço foi quase chocante para a candidata que foi levada para o Geres para passar 3 dias e foi surpreendida pelo marido! Imaginem chegar a casa, meter a chave à porta e está a equipa do Querido escondida lá dentro, com um presente destes! Uma cozinha/sala de jantar e lavandaria com tudo novo incluindo electrodomésticos! Melhor que isto só o totoloto!! Vou deixar para amanhã o post sobre a zona da lavandaria, que é todo um tema a explorar, para quem gostava de fazer um recanto de lavandaria como o que fizemos nesta cozinha. After * Depois   Antes * Before Até amanhã Ana Antunes(Thank you for sharing my passion for beautiful homes)