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Primeira semifinal do Festival da Canção envolta em polémica - Correio da Manhã

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TCL está a criar smartphone que se dobra em relógio inteligente - Exame Informática

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Incêndio deflagrou esta manhã numa fábrica em Santo Estêvão de Briteiros - Guimarães Digital

Chuva chega a meio da tarde ao Algarve - Sul Informacao

Segurança. PSP usa critérios étnicos para avaliar risco de zonas urbanas sensíveis - PÚBLICO

Fevereiro Roxo alerta para lúpus, fibromialgia e Alzheimer - Folha de Londrina

Cocal do Sul estende horário para vacinação contra a febre amarela - DN Sul - DN Sul - Jornal Diário de Notícias

Pacientes com HIV em AL sofrem sem remédios e exames para o tratamento - Gazetaweb.com

Jesus sobre as acusações de BdC: “Na Arábia Saudita aprendi que se deve respeitar o futebol, independentemente das pessoas” - Observador

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Prepare-se para espetacular Lua de Neve, a maior superlua de 2019 - Sputnik Brasil

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Eurodeputados que iam visitar Juan Guaidó expulsos da Venezuela - PÚBLICO

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Maioria dos franceses quer fim dos protestos de rua dos “coletes amarelos” - Observador

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Sofia Aparício: "Não é porque estou assim vestida que estou a pedi-las" - Notícias ao Minuto

PSD vai votar a favor da moção de censura do CDS

O vice-presidente do PSD David Justino declarou que “muito provavelmente” a bancada social-democrata “vai votar a favor” da moção de censura do CDS. “No fundo nós continuamos contra esta política do Governo. Não faz sentido estarmos a fazer oposição ao Governo e não secundar a moção do CDS só por ser do CDS. Muito provavelmente a posição que vamos tomar, se nada tomar, é votar a favor”, afirmou o dirigente em declarações, esta manhã” à Rádio Renascença. Mesmo com o apoio do PSD, a moção de censura ao Governo proposta por Assunção Cristas será chumbada já que PS, PCP, BE e PEV já anunciaram o voto contra na passada sexta-feira.

Detido suspeito de assassinar mulher na Golegã

O homem suspeito de ter assassinado uma mulher, no domingo à noite, na Golegã, distrito de Santarém, foi detido pouco depois em casa de uma irmã, onde se entregou sem resistência às forças policiais.

Pinhel deve receber este ano mais duas indústrias do ramo aeronáutico

O município de Pinhel, no distrito da Guarda, que ambiciona ter um 'cluster' dedicado à indústria aeronáutica, deve receber este ano mais duas empresas do ramo, disse hoje à agência Lusa o seu presidente.

Mourinho recusou ver o Manchester United-PSG e explica porquê

Treinador português não quis assistir ao jogo entre red devils e franceses José Mourinho recusou assistir ao jogo entre Manchester United e Paris Saint-Germain, da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. O treinador português, despedido pelos red devils em dezembro, foi visto nas bancadas do Lille-Montpellier, respondendo a questões dos jornalistas presentes.

"Entre Sombras" valeu a realizadoras portuguesas inesperada nomeação para os Césares

A `curta` de animação "Entre Sombras", segundo filme de Alice Eça Guimarães e Mónica Santos, foi exibido em festivais nacionais e internacionais, conquistou distinções, e conseguiu uma inesperada nomeação para os Césares, prémios do cinema francês, a entregar esta semana.

A surpresa que Harry teve no dia dos Namorados

É o primeiro Dia dos Namorados que passam como marido e mulher, mas um compromisso oficial afastou-os. Harry e Meghan não estiveram juntos na data dedicada ao amor, mas isso não significa que a ausência de gestos românticos. Na Noruega para acompanhar os treinos de militares britânicos no Exercise Clockwork que forma fuzileiros desde 1969, o príncipe provou que a duquesa de Sussex esteve sempre no seu pensamento. Harry foi instalado num pequeno iglo durante esta visita oficial, tendo o espaço sido decorado com algumas fotografias captadas durante o seu casamento, em maio de 2018. Velas criavam um ambiente mais acolhedor a este espaço que é naturalmente mais frio e música suave ouvia-se no local.

Garantem que são estas as condições impostas por Zidane para orientar o Chelsea

Treinador francês esteve afastado dos bancos esta temporada. Zinedine Zidane esteve afastado dos bancos esta temporada, depois de ter deixado o Real Madrid, onde venceu três Champions consecutivas. É, pois, com curiosidade que se olha para o futuro do treinador francês e onde irá trabalhar na época 2019/20. O jornal espanhol "As", na versão online, dá destaque ao assunto e refere que o Chelsea é o destino provável, até porque Sarri estará com os dias contados em Londres. Mas há condições. De acordo com a publicação, uma delas é a renovação de Eden Hazard, assim como 200 milhões de euros para atacar o mercado, tendo um papel ativo na construção do plantel.

Como é a sexualidade de cada signo

CARNEIRO Excitante: A mulher Carneiro é impulsiva e com uma vida muito ativa e irrequieta, aventureira e espontânea. No entanto, alimentam-se de paixão, por isso o que mais os entusiasma são explosões repentinas de desejo. Desinteressante: Como têm um tempo curto de foco, os Carneiro preferem a ação às palavras, esta é a melhor forma de chamar a sua atenção. A falta de humor também é um senão para os Carneiro - precisam de uma boa gargalhada para ficar no mood.

Ruben Rua confessa: “Gostava de ter uma namorada, tenho tempo para o amor”

A meio da sessão fotográfica, Ruben Rua dirige-se para a Rua da Horta Seca, no Chiado. Quando o veem, duas raparigas põem-se à porta da pastelaria, a cochichar. Ao aperceber-se, o modelo sorri-lhes e atira um “olá”. Confiante, vai para o meio da estrada, aconchega-se no casaco e põe a mão no bolso. Sem carros no horizonte, posa para a objetiva. É caso para dizer que Ruben para mesmo o trânsito. Se o seu charme é inegável – que o digam as duas admiradoras da pastelaria e os cerca de 255 mil seguidores do Instagram –, o modelo e apresentador é muito mais do que uma cara bonita. Na moda, na apresentação, nas parcerias que tem feito e até no mundo digital, Ruben tem dado um passo de cada vez. Nada tem sido fácil, mas a verdade é que está a chegar onde muitos só sonham. Prova disso foi a oportunidade que surgiu recentemente de apresentar, ao lado de Fátima Lopes, o programa First Dates, na TVI. Nesta manhã passada no centro de Lisboa, Ruben trocou o papel de barman confidente pelo do homem de quase 32 anos que não receia expor as suas fragilidades e contar como lida com as desilusões. Nesta conversa, houve ainda lugar para partilhar conquistas e sonhos, aqueles que lhe dizem que por aqui é que é o caminho. – Está a coapresentar uma das grandes apostas da TVI. Como está a correr?Ruben Rua – Foi uma oportunidade inesperada. É um formato muito bom, que já foi premiado, e acredito que funcione em Portugal. Tudo se passa num restaurante. A Fátima é apresentadora e chefe de sala e eu, além de apresentar, também sou barman e tenho mesmo de fazer as bebidas e servir as pessoas. Está a correr muito bem.

Liverpool e Bayern em duelo de gigantes e CR7 volta a Madrid

O duelo entre o vice-campeão europeu Liverpool e o Bayern Munique destaca-se na segunda semana de jogos dos oitavos de final da Liga dos Campeões em futebol, onde sobressai também o regresso de Cristiano Ronaldo a Madrid.

Asghar Farhadi: "a maioria dos espectadores quer entretenimento e não aprender»

A esta altura todos sabem quem é Asghar Farhadi, o cineasta iraniano mais celebrado da atualidade, que encontrou em Espanha o lugar perfeito para recitar o seu cinema de relações e moralidades. Com Javier Bardem e Penélope Cruz como cabeças de cartaz, Todos lo Saben corresponde a um segredo que vai abalar toda uma família que ao mesmo tempo tenta lidar com uma situação de rapto. O cruzamento de drama e thriller, ao jeito do realizador, teve as honras de abrir a última edição do Festival de Cannes, apesar da crítica ter sido no geral fria. A receção imprevista não impede o otimismo de Farhadi, que após uma passagem no FEST, na cidade de Espinho, conversou com o C7nema sobre alguns dos temas quentes do seu cinema: politica, censura, manifestos e Netflix, ingredientes para mais uma trama farhadiana. Filmou Todos Lo Saben em Espanha, porém, o que deparamos é que é uma história que poderia se passar no Irão. Se eu quisesse filmar esta história no Irão, seria ligeiramente diferente. Mas sim, poderia acontecer aí. Contudo, este filme foi um desafio no sentido em que tive que entender e consciencializar uma cultura que não era a minha, de forma ao enredo ser o mais culturalmente coerente possível. Mas foi difícil conceber um filme num país que não é o seu? Como lidou com a divergência cultural? No inicio foi difícil, porque toda esta etapa fazia lembrar uma piscina, para a qual saltava e tentava atingir o fundo. Quando comecei, foi bastante árduo, porque obviamente não é a tua língua, nem sequer a tua cultura ou quotidiano que se encontravam à tua frente. Tive que encarar isso, por isso trabalhava constantemente com a minha equipa e todas as vezes  lembro-me de exclamar: “é um desafio, mas não é impossível”. A língua e a cultura não são problemas, são desafios. O que estava mais hesitante era acerca do resultado disto. Como um iraniano a fazer um filme ocidental é um afastamento completo de tudo aquilo que me era próprio. Durante a estreia de Cannes muitos me disseram que o filme estava perfeitamente ciente do panorama espanhol. O grande senão para estas pessoas era mesmo o meu nome. Eles acreditam que para fazer filmes espanhóis é preciso sê-lo na realidade. Porém, uma coisa é certa, quando se vai para outro país e se concebe um filme lá, essa “realidade” não será 100% fiel, porque esta não me é próxima. O que invocamos são as similaridades destas mesmas realidades e exprimimos isso na ficção. Todos lo Saben. Ou seja, existem parecenças entre a cultura espanhola e a iraniana? Quando imaginamos outras culturas sem ser a nossa, essa idealização é realmente muito diferente do que realmente acontece. Só quando estamos em contacto com estas culturas é que percebemos as diferenças, sobretudo a nível emocional. Porém, o amor tem sempre a mesma face, conforme seja a cultura a que pertence, assim como o ódio. Mas voltando ao amor, e tendo em conta as diferentes vertentes que estão presentes na relação de um casal ou entre uma mãe e um filho, mesmo diferentes eles têm a mesma correspondência em lugares diferentes. Mas é na expressão e na exposição desses sentimentos que encontramos as diferenças culturais. No meu país, por exemplo, pais e filhos constantemente debatem-se antes de mostrar qualquer sentimento. Possivelmente, no Japão nem sequer tocam-se. A maneira de se expressarem é diferente, por isso tentei focar a maneira de como se relacionam ao invés do por que se relacionam. O que afirmou na masterclass do FEST é que o Cinema iraniano é muito vasto, mas nós [ocidentais] conhecemos uma pequena porção. O que chega a nós é sobretudo um cinema politico, porém, o seu cinema está fora desse território, até porque você é um cineasta ligado à moralidade ao invés da politica. Penso que se o teu objeto fílmico é sobre as pessoas e as sociedades a que correspondem - por detrás do aspeto politico – até temos que abordar a moralidade. Não quero ser um cineasta politico, porque não dialogo diretamente com a politica, até porque não é essa a minha função enquanto realizador. Já sobre a moralidade, isso sim, é do meu respeito. Procuro algo que me diga que isto é certo ou é moralmente errado. Não sabemos como o calcular, por isso é que os meus filmes são acerca de dilemas. Como o caso de “o filho tem razão”, mas questionamos o porquê dessa razão e assim passamos ao campo moral das coisas. Mas eu não embarco nos filmes como incentivo para criar situações morais, apenas descrevo-os e deixo o espectador ir em direção ao território-moral. Mas o Cinema pode ser politico? Sim, no bom e no mau sentido. Por exemplo, existem muitos filmes vindos dos EUA que servem como armas. Eles destroem culturas e outras sociedades. Isso não são verdadeiros filmes, são armas de destruição. Não chamo a isso Cinema, mas sim de negócio. O Cinema povoa imensos territórios; culturais, morais e psicológicos. No caso do espectador se interessar pela politica, então é verdade que verá todos esses filmes nesse prisma. Quando fazia o Todos lo Saben em Espanha, um dos produtores questionou-me se pesquisei a situação politica do país e eu respondi que li alguns livros sobre Franco e afins. Ele referiu que o filme que fiz seria considerado um filme politico sob a perspetiva espanhola. Respondi que não, apenas descrevi o quotidiano daquelas personagens. Ele, como pensou politicamente, encontrou isso naquela história. Asghar Farhadi em masterclass no FEST l Foto.: Cecilia Melo. É por isso que se recusa a fazer manifestos com os seus filmes? Sim, é uma das razões. Se eu fizesse um filme e produzisse um manifesto para o acompanhar, dentro de 15, 20 anos, essa mensagem perder-se-ia por outras gerações e  os países não obteriam esse mesmo manifesto. Os filmed são sobretudo obras do foro emocional, eles fazem-nos felizes ou fazem-nos tristes, e por vezes encontram o seu lugar no meio. Se um filme não causar felicidade ou tristeza, pouco tempo depois morre. Mas se esse sentimento, feliz ou não, nos leva a pensar na temática da obra, então o filme viverá para toda a eternidade, e sobretudo o espectador encontrará a mensagem do filme. Nunca o encontraremos através dos manifestos. O Cinema é sobre a Humanidade. Como afirma, a politica é sobretudo perspetiva. Relembro que na altura de Uma Separação, vários grupos afirmavam que era um filme que incitava a imigração no Irão. Nem todas as pessoas do meu país, mas aquelas que têm relações com os órgãos governamentais ou que se identificam com tais doutrinas é que encontram e procuram os filmes algum tipo de mensagem. Mas concorda que existe uma espécie de pressão para que cineastas do Médio Oriente façam cinema político? Sim. Talvez isso não aconteça com o vosso país ou até mesmo Espanha, mas em França, nos países da Escandinávia, nos Estados Unidos, eles veem o realizador do Médio Oriente como alguém que está passar informação à audiência do que realmente acontece nesses países. Mas tal não é o nosso trabalho. Muitos não conseguem encarar que muitos realizadores desses locais apenas querem fazer filmes, pois realmente adoram Cinema, não para denunciar ou informar. Se querem isso, basta ir ao Google. Por vezes, isso torna-se mesmo incómodo. Obviamente que com isto não estou a insinuar que não fazemos cinema político, o que acontece é que muitas vezes quem vê os filmes não possui o conhecimento do que se passa naquele país e espera que nós confirmemos o que os Media constantemente transmitem. Uma Separação (2011) E foi por isso que decidiu fazer este filme, para não ter relações com o Irão? Visto que o O Passado mantinha essas ligações. Sim, esse foi um dos motivos pelo qual quis fazer Todos Lo Saben na Espanha, foi para ver a reação do público, visto estar a fazer um filme sem ligação alguma ao Irão. É costume fazerem-me sempre imensas questões politicas sobre o Irão. É aborrecido, porque eu quero falar de cinema e tenho de abordar politica. Mas felizmente as questões sobre cinema já estão a ser feitas, graças a este filme espanhol. Mas muitos festivais têm utilizado essa “politica” nos filmes iraniano de forma a promoverem-se. Relembro Jafar Panahi, cineasta que está proibido de fazer filmes mas que ao mesmo tempo os faz, e possivelmente realiza mais que muitos realizadores em liberdade. A verdade é que quando um dos seus filmes é selecionado, surge toda uma promoção ao filme – “o realizador que resiste” – e do festival. Nem todos os festivais, mas sim, alguns fazem isso. O que importa para estes eventos nem é a questão politica dos filmes, é o facto de terem em sua posse “hot news” (notícias quentes), e com isso a atenção dos espectadores e da imprensa. Jafar é meu amigo e ele tenta fazer amigos, apesar das proibições, porque também ama o Cinema.   E quanto à censura? Alguma vez sofreu com isso no seu país? Referes a cortes ou impedimentos? Sim. Deste jeito não. E atenção, eu não os conheço [comité de censura]. Mas quem quer fazer filmes, tem de enviar algumas páginas do guião ao comité. A parte boa é que este comité, para além de ser integrado por pessoas do Governo, é também constituído por pessoas que trabalham na indústria de cinema, como realizadores,  os quais tentam facilitar a nossa vida. No caso do cinema comercial, eles não se preocupam, mas sim com alguns poucos filmes vindos de realizadores que querem realmente passar uma mensagem. Quando nasceste e cresceste lá, sempre acabas por arranjar uma maneira de contornar a censura. Não digo com isto, que esta atitude nos ajuda. Mas essa atitude alguma vez afetou um filme seu? Sim, porque acabamos por criar dentro de nós uma autocensura, mesmo que não me aperceba disso. O Passado (2013) Os seus filmes remetem sobretudo a mal-entendidos, tal poderá ser encarado como uma metáfora ao estado do Mundo? Sim, é um grande problema atualmente, não só no meu país mas em todo o Mundo. Hoje, por mais tecnologia que temos a nosso dispor, e refiro obviamente o papel das redes sociais, nós não nos conseguimos entender uns aos outros. Falamos muito e até demasiado, mas não dialogamos. Não nos entendemos. Ou seja, é um problema de comunicação? Sim, ou porque não queremos, ou é a nossa língua que não nos permite. Por vezes queremos nos expressar emocionalmente, mas não conseguimos descrevê-lo por palavras. Hoje em dia, o nosso Mundo tem esse grande problema: não comunicamos, seja entre culturas, pessoas ou até mesmo casais. Constantemente menciona Bergman e, deixe-me aqui fazer um reparo, em certa maneira você tem algo em comum com o cineasta sueco. Ambos oscilam entre peças de teatro e Cinema. Na masterclass, Farhadi referiu que o Teatro aproxima-se cada vez mais do Cinema e assim perde a sua identidade. A minha questão é: como faz para evitar esse contágio? Quando trabalhava em peças, sabia que havia um problema comigo. Amo o Cinema e quando escrevia peças, escrevia como fossem guiões cinematográficos. E isso acontece com imensas peças de teatro. No meu caso, esse problema fez com que não conseguisse mais fazer teatro. Não consigo pensar teatralmente, mas sim cinematograficamente. E o oposto? Será que resulta? Pergunto porque no seu O Vendedor, o Farhadi trabalhava com ambos os territórios. Sim, funciona. Até porque o Teatro e o Cinema têm uma conexão. Em O Vendedor abordei a peça de Arthur Miller de forma a demonstrar essa ligação entre os dois territórios. Diria que é uma ligação amigável, mas nos meus filmes há acima de tudo uma separação, porque aquilo que evidenciamos no ecrã, passando pelos movimentos dos atores, é Cinema. Tento injetar vida neles, separá-los do Teatro. Voltando à masterclass, falou que se pelo menos dois espectadores saírem de uma peça, esta é um fracasso. O mesmo acontece num filme. Por isso, para si, o Cinema é sobretudo uma questão de consenso? O que disse foi que o primeiro objetivo de uma peça ou de um filme é colocar o espectador sentado no seu lugar a assisti-lo até ao fim. Se o espectador se desinteressa ou sai do respetivo espetáculo, nós perdemos. Mas existem duas maneiras diferentes. No teatro, para agarrar o espectador não é preciso grandes enfases dramáticas ou acelerar o ritmo. Porquê? Porque as pessoas que vão ao teatro são pacientes, têm mais tempo nas mãos. Eles vieram ao teatro para aprender. Já no cinema, a maioria dos espectadores querem entretenimento e não aprender. São dois trabalhos distintos. Quando era mais novo não pensava nisto, mas hoje em dia reflito o quanto posso fazer no Cinema para manter o espectador sentado. A TV e as suas séries alteraram o gosto espectador, eles querem algo mais frenético no cinema e isso tem-se tornado num obstáculo. Reparamos isso no tipo de produção atual. Se metermos estes espectadores a assistirem a filmes do passado, de um cineasta nipónico, ou do Ford, ou Truffaut, eles questionm a cadência rítmica. Não é acelerado o suficiente, e isso tem como culpado o universo das séries e o modo de vê-las. E o que pensa deste boom televisivo que estamos a testemunhar? Sei que a Netflix e a Amazon estão a produzir cada vez mais conteúdos televisivos, e por vezes gosto de ver, mas sei que isto está a matar o Cinema, pelo menos a nossa forma de ver Cinema. Porque quando vemos uma série, não temos o tempo necessário para refletir sobre ela, sobre as personagens e situações. Em Cinema, temos acesso a esse espaço e tempo. Até porque quando o filme termina, o espectador leva-o com ele. O Vendedor (2016) E em relação à Netflix? Alguma vez lhe propuseram algum projeto? Sim, fizeram em Espanha. Queriam produzir o Todos Lo Saben, mas eu respondi que não. Isto é Cinema, se alguma quiser fazer uma série ou televisão recorro a eles. A questão é que pretendia que o meu filme fosse visto em grande ecrã como é habitual no Cinema. No caso da Netflix não teria problemas de orçamento, mas confiava nos meus produtores porque tinha a visão de ver o meu trabalho numa sala de cinema e não num pequeno monitor. Tenho conhecimento que ainda existem muitos cineastas que resistem a isto. Devido a Todos Lo Saben, viveu durante algum tempo em Espanha, que é o nosso país vizinho. Alguma vez veio a Portugal? Estive uns dias na cidade do Porto num festival, penso que foi há 10 anos, mas nós iranianos estamos familiarizados com este país até por causa de Carlos Queiroz [risos] Ele é quase um iraniano, ele é inteligente e respeitoso com todos e conhece muito bem o país … e também o Cinema. Quando recebi o prémio nos Óscares, ele enviou-me uma mensagem nas redes sociais a dar-me os parabéns. E claro, o Cristiano Ronaldo também é muito famoso. [risos]

Incêndio em fábrica de papelão em Guimarães está controlado

Perto de 40 elementos dos bombeiros combatem desde o alvorecer desta segunda-feira um incêndio que deflagrou numa fábrica de papelão em Guimarães. Não há feridos. Tão-pouco perigo de propagação a qualquer área residencial. De acordo com a porta-voz dos Bombeiros Voluntários das Caldas das Taipas, o alerta soou às 06h55. As chamas devoravam uma oficina/armazém de uma fábrica de papelão situada na zona industrial de Linhares, na União de Freguesias de Briteiros, Santo Estêvão e Donim.

A cumplicidade de Alexandra Lencastre com a filha mais velha, Margarida Bakker

Lá diz a sabedoria popular que “filho de peixe sabe nadar” e Margarida Bakker, filha da atriz Alexandra Lencastre, confirma o ditado. Unidas na vida e também na profissão, Alexandra Lencastre não escondeu o orgulho e a emoção na estreia da filha em Lisboa, com a peça B oudoir – 7 Diálogos Libertinos. “ Já vi alguém sair muitas vezes de casa assim, como a Margarida saiu hoje. Senti um bocadinho um aperto no coração, mas, ao mesmo tempo, um orgulho, porque ela saiu muito nervosa mas muito determinada para enfrentar esta estreia”, começou por contar a atriz, que respeitou a vontade da filha e não esteve presente no início da peça. “Vi o ensaio geral, estive na estreia no Porto, e acho que se estivesse aqui no início a iria enervar um bocadinho, até porque o meu à-vontade com o resto do elenco poderia perturbar de alguma maneira.... Então, ela disse-me que, se eu quisesse estar no fim, ficaria muito contente” , explicou. Na verdade, este respeito e compreensão têm contribuído para uma relação de muita cumplicidade entre as duas atrizes. Algo que deixa mãe e filha francamente felizes. “A capacidade de a minha mãe compreender aquilo que estou a viver, sobretudo numa estreia, estreita em muito o laço que nos une. Nós queremos sempre o colo da mãe e em alturas destas, de pressão e de nervos, mais ainda. E ter uma pessoa que compreende a intensidade dos nervos e a pressão que isto exerce sobre nós... Mais ligadas não poderíamos estar. É uma altura maravilhosa, temos uma relação que se fortalece mais e mais e uma aceitação das duas partes, no sentido em que estamos as duas neste mundo da representação, por isso vamos lá”, sublinhou Margarida Bakker já depois da estreia. “ Respeito muito a...

Seguros de saúde crescem com a crise nos hospitais públicos

O mercado dos seguros de saúde respira vitalidade. No último ano, o volume de negócios, que inclui receitas e prémios, aumentou 7,4% e o número de contratos de seguro cresceu, nos primeiros seis meses de 2018, 3% face ao primeiro semestre de 2017, atingindo um total de mais de 2,6 milhões, segundo a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e a Associação Portuguesa de Seguradores, APS. O total do ano não está fechado, mas em setembro o negócio movimentava mais de 628 milhões de euros. Os contratos, adianta a APS ao JN, cresceram 5,7% em dois anos e 3% no último ano, comparando o primeiro semestre com o período homólogo de 2017.

Exposição "I`m Your Mirror" de Joana Vasconcelos é inaugurada hoje em Serralves

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves recebe hoje a inauguração da exposição "I`m Your Mirror", da artista portuguesa Joana Vasconcelos, que viaja até ao Porto depois de apresentar a mostra no Museu Guggenheim de Bilbau.

"Coletes Amarelos" perdem força

Uma sondagem, publicada este domingo, indica que 52% dos gauleses querem que os "coletes amarelos" acabem com os protestos. Em Paris, de acordo com a polícia, cerca de 1500 pessoas manifestaram-se nas ruas, assinalando três meses do movimento que teve início no dia 17 de novembro.

«Umbrella Academy»: vem aí o Apocalipse, ou talvez não

Estávamos em 2009 quando foi anunciada uma adaptação cinematográfica da novela gráfica Umbrella Academy pelas mãos da Universal Pictures. Mark Bomback (argumentista de Constantine) estava a escrever o guião. O projeto nunca avançou para filme e 10 anos depois chega à Netflix, em formato de série. Vencedora em 2008 do prémio Eisner, esta BD da Dark Horse foi criada por Gerard Way, vocalista da banda My Chemical Romance e desenhada pelo brasileiro Gabriel Bá. Os dois são produtores executivos da série, que pesca influências claras nos X-Men, Quarteto Fantástico e até Watchmen. Numa entrevista ao Nerdist há dois anos, Way falou ainda no sentido de paranóia da série britânica dos anos 60 The Prisioner, enquanto Bá menciona a "vibe" Delicatessen. Nesta versão TV, a paranoia está presente, mas salta à vista uma estrutura de um grupo de super-heróis e anti-heróis na mesma família movida essencialmente pelas suas disfunções, traumas e o peso do legado, dos seus dons, que carregam desde a infância e que trarão consequências para o futuro. Tudo começa na 12ª hora do dia 1 de outubro de 1989. Cerca de 43 mulheres dão simultaneamente à luz em todo o mundo. Nenhuma delas estava grávida no início desse dia. Sir Reginald Hargreeves (Colm Feore), um excêntrico milionário e aventureiro, decide localizar e adoptar o máximo dessas crianças que pode, conseguindo sete delas. Passamos então para os dias de hoje, descobrindo que seis delas têm superpoderes e foram treinadas para serem uma equipa de super-heróis na Umbrella Academy. Temos assim Luther (Tom Hopper), o número 1, possuidor de uma incrível super-força e plantado na Lua numa missão; Allison (Emmy Raver-Lampman), a número 3, uma atriz com capacidade de convencer as pessoas a fazerem o que quer, começando as suas frases com "Eu ouvi um rumor"; Klaus (Robert Sheehan), o número 4, extravagante e com apetência para as drogas capaz de falar com os mortos, especialmente com o Número 6 (Ethan Hwang), um membro falecido da Umbrella Academy; o número cinco (Aidan Gallagher), um adulto no corpo de uma criança com o poder de viajar no tempo; Diego (David Castañeda), um expert em luta capaz de manejar facas como ninguém; e Vanya (Ellen Page), amante de violino mas sem poderes, o que a tornou instável (medica-se diariamente) pela constante exclusão das atividades do grupo. Esta equipa volta a reunir-se nos tempos que correm para preparar o funeral do "pai", Sir Reginald, recentemente falecido. Com eles e na mansão onde viviam, ainda permanecem a "mãe", uma robô, e Pogo, um macaco com comportamento humano. O MacGuffin por aqui está no regresso do número 5 após viajar pelo tempo e descobrir que o mundo está prestes a acabar. A partir deste momento, a série encaminha-se para sequências e sequências de ação que envolvem mais dois assassinos, mas se estas correm os caminhos normais (para não dizer banais) das séries e filmes do mesmo género, com um piscar de olho ao mundo de assassinos estilizados e burlescos, a série consegue os seus melhores momentos quando viaja constantemente à frente e atrás na histórias para mostrar como cada um destes jovens foi educado por Sir Reginald na infância, e como se transformaram hoje em dia no que são. http://www.youtube.com/watch?v=SiYbZmD5moI.   Curiosamente, o melhor da série acaba também por ser o seu pior defeito, pois em vez de acompanhar um desenrolar de eventos que se adivinha a léguas, explorando no processo a desconstrução dessas personagens, procura-se elevar o segredo "final", que bem vistas as coisas não é assim tão grande como os responsáveis pela série estão em crer que é. O espírito da série. Há significativas alterações em relação à banda-desenhada, mas para Gerard Way a série da Netflix foi habilmente adaptada, conforme disse em entrevista ao Collider: "A aquilo que prefiro na série - e há uma série de coisas, é que mantiveram o ambiente estranho". "Realmente queríamos ver estas personagens a se expandirem e as suas histórias a serem contadas de forma mais longa, para que o público aproveite mais e passe mais tempo com elas". Já Bá concordou que a versão de TV soa fiel ao espírito da BD e mostrou estar feliz por alcançar um público que necessariamente não conheceria a história noutro formato. "Eles mantiveram a essência das personagens, fizeram isso muito bem", disse, acrescentando que existem ideias novas para todos e para a história, que são ótimas, encaixam e contribuem para a mitologia. Banda Sonora. Apesar do criador da BD ser o vocalista dos My Chemical Romance (MCR), não esperem encontrar por aqui os temas desta banda. E embora Way também não tenha escrito novas músicas para a banda sonora, contribuiu com covers de "Hazy Shade Of Winter" (Simon e Garfunkel) e "Happy Together" (The Turtles), ambos com a participação de Ray Toro, dos MCR. À banda sonora original composta por Jeff Russo (Fargo; Star Trek: Discovery) são adicionadas músicas de Radiohead, Queen, The Doors, Bay City Rollers, They Might Be Giants e Nina Simone, entre muitos outros. Logo a abrir, no primeiro episódio, são os Kinks e o seu tema "Picture" a dar as boas vindas aos 7 bebés que Sir Reginald adotou.

"Não são bem-vindos na Venezuela." Nicolás Maduro expulsa eurodeputados

A delegação do Parlamento Europeu foi impedida de entrar na Venezuela. Tinha sido notificada "há vários dias" de que "não seria admitida" no país, de acordo com o Governo venezuelano.

Rebecca Laurey, a americana que faz sucesso como influenciadora de moda

Com um sentido de estilo apurado, esta nova-iorquina, que cresceu na Holanda, revela que ser criativa com a roupa e os acessórios é a fórmula ideal para se expressar.

Ataque informático ao Parlamento australiano foi dirigido por país estrangeiro

Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, afirmou esta segunda-feira que o recente ataque informático contra o Parlamento australiano foi perpetrado por um "grupo sofisticado" controlado por um Governo estrangeiro, que não identificou. "No curso das investigações, também percebemos que as redes de alguns partidos políticos foram afetadas", disse Morrison ao Parlamento de Camberra, referindo-se ao ataque de 8 de fevereiro. No entanto, o governante frisou que não há "provas de qualquer interferência eleitoral", aludindo às eleições gerais de maio.

Filme chinês chega aos 606 milhões de dólares em 12 dias de exibição

O Ano Novo Chinês trouxe consigo um grande épico de ficção científica made in China. O filme de The Wandering Earth conseguiu arrecadar 96,6 milhões de dólares (€85,5M) em três territórios no fim de semana, batendo assim outras estreias internacionais como Alita: Battle Angel e How to Train Your Dragon: The Hidden World, elevando as suas receitas para um total de 606,8 milhões de dólares (€537M) globalmente. Estreado no passado dia 5 de fevereiro, esta obra em 3D com um orçamento na casa dos 50 milhões de dólares é baseada numa história do escritor Liu Cixin e segue a forma como um grupo de astronautas chineses tenta salvar o mundo conduzindo o planeta para um novo sistema solar.  "É um género que a maior parte dos chineses nunca viu, e realmente comoveu as pessoas", disse Wu Jian, analista da Alibaba Pictures à agência France Press. A obra poderá mesmo ultrapassar os valores conseguidos no ano passado por Wolf Warrior 2, filme de ação chinês que conseguiu acumular no ano passado cerca de 874 milhões de dólares (€773,46M).  Outros filmes chineses têm conseguido igualmente grandes resultados nas bilheteiras, com Crazy Alien a arrecadar 28 milhões de dólares (€24.78M) no fim de semana, atingindo 318 milhões de dólares (€281.42M) em receitas, enquanto Pegasus conseguiu 25,7 milhões de dólares (€22.74M), levando as suas receitas para 238 milhões de dólares (€210.62M).

Morreu Serge Merlin, o vizinho pintor de 'Amélie Poulain'

Morreu no passado sábado, 16 de fevereiro, o ator francês Serge Merlin. Tinha 86 anos. Conhecido do grande público por ter desempenhado o papel do pintor Raymond Dufayel, o "homem de vidro" que vivia em clausura no filme O Fabuloso Destino de Amélie, Merlin teve uma carreira extremamente prolifera no teatro [começou em 1952] e, com menor intensidade e visibilidade, no cinema e na TV. O seu primeiro papel na 7ª arte foi em 1960 em Samson do polaco Andrzej Wajda, cineasta com quem viria novamente a trabalhar em 1983 com O Caso Danton (1983) e Um Amor na Alemanha (1983). Trabalhou igualmente com Eric Barbier em Inferno Subterrâneo (1991), Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet em A Cidade das Crianças Perdidas (1995), com Danièle Dubroux em O Diário do Sedutor (1996), e Jean-Pierre Améris em L'homme qui rit (2012). Recentemente participou em Uma Nação, Um Rei (2018), fita de Pierre Schoeller que vai estrear em março de 2019 em Portugal.

Alice Barbier e Jean-Sébastien Roques: cinco anos a ditar tendências de moda

Namoram há vários anos, admiram-se e partiham o gosto pela moda. Influenciadores, os franceses Alice Barbier e Jean-Sébastien Roques são um casal-sensação do “street style”.

Katia Aveiro comemora o 9º aniversário do filho mais novo

Este sábado, dia 16, foi importante para Katia Aveiro. Dinis, o filho mais novo da empresária, comemorou o 9º aniversário. Para celebrar, a irmã mais nova de Cristiano Ronaldo usou as redes sociais para declarar o seu amor ao menino, aproveitando ainda para revelar um vídeo com imagens do petiz ao longo destes anos. "Hoje o meu artista faz anos!!! E o tempo passou e o tempo continua a passar!!! E com ele passaram 9 anos, 9 anos de aprendizagem, 9 anos de alegrias de amor incondicional,de lágrimas, de sorrisos, de milhões de abraços e trilhões de beijos. De repente, tenho mais medo, medo do tempo que corre, do tempo que corre para o futuro, medo de chegar a casa e tê-la vazia, simplesmente porque foste a uma festa, porque foste viajar ou medo porque foste passear com os amigos. Sim, tenho medo das asas que estão a crescer em ti, assim tão de repente. Faz 9 anos que nasceu a outra fortuna da minha vida, o meu menino de ouro, a minha alegria, a alegria da casa, o que faz notar a presença só por existir. O menino de olhos cor de mel, de personalidade forte e que já fala que sabe o...

Estas são as músicas selecionadas na 1ª fase do Festival da Canção

Este sábado, dia 16, decorreu a primeira semifinal do Festival da Canção 2019. Dois oito temas a concurso, quatro passaram para a grande final da competição da RTP1, que se vai realizar no dia 2 de março em Portimão. Matay, Conan Osíris, Calema e Ana Cláudia foram os artistas selecionados pelo júri e público do concurso. Nos vídeos, recorde as atuações de cada um.

Madonna prepara-se para deixar Portugal

Foi há cerca de dois anos que se mudou para Portugal, mas parece que a passagem pelo nosso país está a terminar. Segundo o jornal Correio da Manhã, Madonna deverá estar a preparar o regresso para os Estados Unidos da América. A viver no Palácio do Ramalhete, em Lisboa, a cantora deverá deixar este espaço já em março. Indicação disso mesmo é que este local já começou a aceitar reservas a partir do mês em questão. Contudo, a saída de Portugal não deverá acontecer logo, pois estará previsto que Madonna fique num hotel de capital por mais alguns meses antes de ir definitivamente para os EUA em setembro.

Moda sentada

Modelos apresentam criações de Natalie B Coleman na Semana da Moda de Londres. Créditos: Tom Nicholson - EPA

OCDE elogia o caminho feito por Portugal, mas pede esforços adicionais ao Governo

Economic Survey a Portugal, publicado esta segunda-feira, destaca a “melhoria acentuada” das condições económicas e defende que a consolidação orçamental deve continuar. A promoção das exportações através de políticas que fomentem a concorrência e a produtividade e reformas adicionais para aumentar a eficiência no sistema judicial e reforçar o combate à corrupção são outras mensagens fortes da OCDE

OCDE quer tribunais especiais para julgar a corrupção

Portugal precisa de fortalecer os mecanismos de prevenção da corrupção, defende a OCDE, que sugere a criação de tribunais especalizados e a redução daspossibilidades de recurso dos arguidos. A eficiência do sistema de justiça, no seu todo, merece nota negativa

OCDE avisa que dívida pode continuar acima de 100% do PIB daqui a 30 anos

Se a consolidação orçamental abrandar e os custos do envelhecimento não forem travados, a dívida pública continuará acima de 100% do PIB daqui a 30 anos.

Quais as novidades da Apple para 2019?

Novos modelos de iPhone, iPad, MacBook e Apple Watch são já antecipados pelos analistas da gigante da maçã.

Borbulhas: guia para tratá-las em qualquer idade

*artigo publicado originalmente na revista ACTIVA de outubro de 2018 Há cada vez mais mulheres com queixas de borbulhas e imperfeições na pele. É verdade que, com as redes sociais, a pressão para mostrar uma pele absolutamente perfeita aumentou muito: ter uma borbulha na era do Instagram, mesmo com as apps de retoque, não é a mesma coisa do que antes, quando só davam por ela as pessoas que nos rodeavam. Mas as queixas têm razão de ser: atualmente, 4 em cada 5 adolescentes e 40% das mulheres entre os 25 e os 40 anos têm acne, e este último número tem vindo a crescer desde os anos 80. Nalguns casos, a acne adolescente simplesmente continua e mantém-se na idade adulta, enquanto noutros as mulheres começam a ter borbulhas pela primeira vez aos 25 ou 30 anos, por vezes mesmo após a menopausa. Apesar de haver fatores desencadeantes comuns a ambas as idades, como os fatores hormonais e ambientais (stresse,...

Glamour Metalizado: aprenda a recriar esta maquilhagem de festa

Preparámos três tutoriais de maquilhagem com a ajuda de Ana Sofia Ribeiro, Makeup Artist da Perfumes & Companhia. O primeiro vídeo ensina, passo a passo, a criar um look com acabamentos metalizados, uma das grandes tendências do momento. Inspire-se!

Melania Trump aposta forte na cor da moda

O casaco original com o qual Melania Trump antecipa a cor da primavera de 2019 Atenta às tendências do universo da moda, Melania Trump apostou na cor de rosa - presente em muitas das propostas para a nova estação, desde vestidos a calças em denim - para o seu mais recente visual público com o marido: a receção ao presidente da Columbia, e à sua mulher, que teve lugar na Casa Branca. A primeira dama norte americana surgiu ao lado de Donald Trump num elegante casaco néon, combinando outra tendência do momento - o tartan (padrão xadrez, neste caso em bege). O modelo, no valor de 550 euros, tinha assinatura da Fendi, e apresentava originais detalhes de pelo na manga e até os botões eram dessa tonalidade.

Samsung prepara apresentação de novos wearables

A Samsung confirmou, de forma indirecta e através de uma nova actualização para a aplicação Galaxy Wearable, a existência de novos wearables, avança o responsável pela conta @SamCentralTech no Twitter. A mais recente versão da app mostra que a empresa sul-coreana tem um novo smartwatch, o Galaxy Watch Active de 40 mm e focado em actividades desportivas, bem como novas pulseiras de fitness, as Galaxy Fit e Fit E, e auriculares sem fios, designados Galaxy Buds. A Samsung, além dos três modelos do Samsung Galaxy S10, deverá apresentar os novos wearables no próximo dia 20 de Fevereiro, na conferência de imprensa Unpacked que vai decorrer em São Francisco, EUA. Via CNET, @SamCentralTech (Twitter). O conteúdo Samsung prepara apresentação de novos wearables aparece primeiro em PCGuia.

Massive Attack: “Este espectáculo é como uma ópera destes tempos de incerteza”

A apatia do mundo de hoje, a relação ambígua com a tecnologia, o “Brexit” ou Banksy. Em entrevista exclusiva, o timoneiro dos Massive Attack, Robert del Naja, discorre sobre os últimos 20 anos, altura em que foi lançado Mezzanine, o álbum que estará em evidência nos dois espectáculos de Lisboa.

BOLINHOS DE COCO E PAPAIA GLACEADA [APROVEITAMENTO DE CLARAS]

Mais uns bolinhos para o dia do 👉mimo. Uns bolinhos perfeitos para aproveitamento de claras. Coloquem a fruta na superfície ao vosso gosto. Vamos ver como fiz. Ingredientes: -2 claras de ovos grandes (as minhas tinham 100 g) -125 g de açúcar refinado (usei açúcar de coco) -150 g de coco ralado -cubinhos de papaia glaceada Bati as claras em castelo firme e fui juntado o açúcar aos poucos. Adicionei o coco e envolvi delicadamente nas claras. Com a ajuda de uma colher de sopa coloquei a mistura em tabuleiros forrados com papel vegetal. Coloquei uns quadradinhos de papaia no centro de cada bolinho. Levei os tabuleiros ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante 15 minutos ou até começarem alourar. Deixei durante 3 minutos no tabuleiro antes de transferir para uma rede metálica para arrefecerem. Estou no Instagram e Facebook aqui!🙋 "A persistência é o caminho do êxito." (Charles Chaplin)

A revolução é para continuar nas galerias municipais de Lisboa

Nova direcção de Tobi Maier vai tornar mais internacionais os espaços de exposições temporárias de arte contemporânea da câmara. Curador alemão, que tem promovido o modelo das residências artísticas e curatoriais, trabalhou no Brasil até há pouco tempo.

Edimburgo: o irresistível encanto escocês

Assegure roupa quente e calçado confortável e estará pronto para partir à descoberta de Edimburgo, capital da Escócia e Património da Humanidade. Há muito para fazer e ver nesta cidade secular, onde em cada esquina não pode faltar um característico pub: provar um whisky ou comer haggis, prato típico daquelas paragens, são programas obrigatórios. Depois perca-se pela Old Town, onde ruas, becos e vielas dão a conhecer edifícios medievais bem conservados, museus, monumentos e igrejas, algumas hoje modernos bares. No entanto, se preferir paragens mais contemporâneas, recomenda-se a New Town, local onde estão instaladas as lojas da moda e muitos edifícios de arquitetura vitoriana. Para as fotos mais “instagramáveis”, não deixe de ir ver as vistas ao Castelo de Edimburgo, situado no alto de uma montanha rochosa, ou a Carlon Hill, com a sua acrópole inacabada e a cidade ao fundo, no horizonte. E se os quilómetros não começarem a pesar, a dez minutos de caminhada do centro da cidade encontra-se a bucólica e romântica Dean Village, cujas casas e antigas fábricas mantêm a traça original mas recebem hoje jovens inquilinos e novos usos.

George e Charlotte preparam-se para ter uma semana especial

Ao que tudo indica, a próxima semana de George e Charlotte deverá ser muito especial. Devido a uma pequena pausa no sistema de ensino britânico, os dois príncipes deverão passar umas mini-férias com os pais, os duques de Cambridge, num local que tanto gostam. Segundo a imprensa internacional, o príncipe William e Kate fizeram questão de não terem na agenda qualquer compromisso oficial, de forma a conseguirem estar com os filhos nestes dias. A família deverá ir para a casa de campo de Norfolk, tal como é habitual nesta altura do ano.

Quantos mais super-heróis cabem no guarda-chuva das séries?

Chama-se Umbrella Academy. Depois de estar há anos para passar da banda desenhada para os ecrãs, a história de uma família disfuncional num mundo de super-heróis, criada pelo vocalista dos My Chemical Romance, chega agora à Netflix.

O IJUP 2019 em balanço: “É uma grande oportunidade para nós”

Ao longo do último ano, Bruno dedicou-se a perceber o que leva cada vez mais estudantes da Universidade do Porto a consumir suplementos alimentares. Ao mesmo tempo, Márcia vivia fascinada pelas ilustrações de Leonardo da Vinci, e Alexsandro “ginasticava” nas comparações entre ginástica rítmica e artística. Tudo isto enquanto Diana observava atentamente os gatos “residentes” no Porto… Quatro jovens, quatro motivações distintas, mas todas com lugar no IJUP’2019, o evento que, durante três dias, abriu as portas e os corredores da Reitoria da U.Porto a centenas de estudantes de 1º, 2º ciclo ou Mestrado Integrado, com a “missão” de revelar a melhor investigação jovem produzida na Universidade. “Já são 12 edições, mais de 5000 apresentações ao longo destes anos. A deste ano é uma das maiores de sempre, com 900 participantes e cerca de 500 apresentações em dois tipos de formatos”. Foi com estes números que Pedro Rodrigues, vice-reitor para a Investigação, Inovação e Internacionalização da U.Porto, abriu, a 13 de fevereiro, as hostilidades de mais uma edição do Encontro de Investigação Jovem da U.Porto. O que se seguiu foi uma “maratona” de Ciência, onde os jovens investigadores puderam seguir o formato de “apresentação oral de 20 minutos”, ou o de “apresentação em póster, em que os trabalhos são apresentados de uma maneira mais informal”. No final de cada apresentação houve ainda espaço para momentos de discussão e de esclarecimento, onde cada estudante pôde “defender” os resultados do seu trabalho.

i3S lança nova pista sobre o desenvolvimento da leucemia linfoblástica aguda

Uma equipa de investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S) e do CBMR – Centro de Investigação em Biomedicina, da Universidade do Algarve (CBMR) publicou recentemente um artigo na revista Carcinogenesis, no qual revelam que, no caso da leucemia linfoblástiga aguda, as células saudáveis podem influenciar o processo de desenvolvimento e formação da doença. No caso específico, o artigo aborda a forma como as células epiteliais (não malignas) do timo – um órgão que está localizado no esterno e é responsável pelo desenvolvimento e seleção de linfócitos tipo T – pode colaborar no desenvolvimento de leucemia linfoblástica aguda de células T, um cancro do sangue, especialmente frequente em crianças, que se caracteriza por um aumento descontrolado do número de glóbulos brancos.

General Motors agora tem bicicletas elétricas e vêm para a Europa

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CIBIO-InBIO desvenda descoberta sobre a seleção natural na Science

Num artigo publicado esta quinta-feira pela prestigiada revista Science, uma equipa internacional, da qual fazem parte os investigadores do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto (CIBIO-InBIO) , Joel Alves, Miguel Carneiro, Sandra Afonso, Pedro Esteves e Nuno Ferrand, demonstra que os coelhos da Austrália, França e Reino Unido adquiriram resistência ao vírus da mixomatose através da seleção natural sobre as mesmas variantes genéticas. O estudo revela ainda que o combate ao vírus deve-se ao efeito acumulativo de múltiplas mutações em diferentes genes. Há quase 70 anos, o vírus causador da mixomatos – doença mortal encontrada numa espécie de coelho americana – foi utilizado para controlar a população de coelhos europeus introduzidos na Austrália. Na altura, os coelhos já constituíam uma população de centenas de milhares e causavam impactos devastadores na agricultura e biodiversidade local. A doença dizimou grande parte dos coelhos na Austrália e após ter sido introduzida ilegalmente em França, espalhou-se rapidamente pela Europa, causando a morte de milhares de coelhos.

Os anéis de noivado mais desejados em 2019

Veja quais são as três grandes tendências para o novo ano.

Influencer atacada por porcos nas Bahamas

A diversão ao sol da venezuelana Michelle Lewin transformou-se rapidamente num pesadelo. A modelo visitou a ilha de Big Major Cay em Exuma, um dos 32 distritos das Bahamas, que é uma área desabitada e famosa pelos porcos e leitões que nadam nas águas em torno da ilha.

Influencer explica o segredo por trás das imagens de 'rabiosques' perfeitos

As fotografias tiradas aos rabiosques são uma constante no feed das nossas redes sociais. Não só celebridades, como também amigos ou familiares, todos conhecemos alguém que o faz. Porém, poderá ser tudo uma grande ilusão. A influencer Malin Nunez explicou, através de três fotografias diferentes - uma a fletir os músculos, outra a comprimi-los e uma última com estes relaxados - como conseguir a pose perfeita. " A anatomia dos músculos. Vamos mostrar como o meu rabiosque é quando estou verdadeiramente a 'apertá-lo'", começa por escrever.

Portugal já tem mais turistas do que habitantes

Guido Radig / Wikimedia Elétrico na baixa de Lisboa A Nova Zelândia prepara-se para receber anualmente mais turistas do que habitantes, mas Portugal já vive esse fenómeno. Recentemente, o New York Times fez de uma família de férias na Nova Zelândia notícia, isto porque as 12 pessoas e o seu comportamento questionável transformou-se no símbolo dos efeitos indesejados do turismo.