Marcelo Bielsa suspenso do cargo de treinador do Lille

O Lille, do campeonato francês de futebol, anunciou a suspensão "temporariamente" do técnico Marcelo Bielsa e que o argentino vai ser alvo de um processo disciplinar, não tendo revelando o motivo para esta decisão.

Quanto tempo demora uma consulta? No Bangladesh 48 segundos, em Portugal 15 minutos

As consultas nos centros de saúde portugueses duram em média 15 minutos, o que torna Portugal um dos 10 países que mais tempo disponibiliza nas consultas de medicina geral e familiar. Um estudo internacional sobre a duração média das consultas de cuidados de saúde primários concluiu que Portugal está em 10.º lugar numa avaliação a 67 países quanto ao tempo médio nas consultas.

Incêndio industrial em Tomar combatido por mais de 40 operacionais

Mais de 40 operacionais combatem hoje de manhã um incêndio industrial na empresa Platex, na localidade de Valbom, concelho de Tomar, no distrito de Santarém, segundo uma fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

Uma viagem ao México com a magia musical da Disney

Estreia hoje uma bela surpresa vinda dos estúdios Disney/Pixar. "Coco" é uma animação que recupera a qualidade dos clássicos. Não se estava à espera disto. Coco surgiu na paisagem das mais recentes produções da Disney/Pixar, e no próprio contexto geral do cinema de animação do ano, como um surpreendente bálsamo, em tempos de fraca colheita. Já era altura dos estúdios recuperarem alguma inspiração, depois da pouco entusiasmante sequela de Carros...

Retrospetiva Abel Ferrara: travessia no inferno («Bad Lieutenant», 1992)

Certos elementos do universo de Ferrara unem-se para uma jornada apoteótica em busca de redenção. Em algum momento a falência de qualquer limite moral transforma-se numa busca desesperada de referências. Salvação rima com religião; mas a remissão através do espírito, a ser possível, só o é depois de uma longa travessia no inferno. O “lieutenant” sem nome do título (Harvey Keitel) começa a sua trajetória com uma aposta: como se não tivesse nada a perder, arrisca nos jogos da final do campeonato de basebol. Não é que ele corra riscos sem utilizar uma base “científica”: “A série tem de durar sete jogos. Sabes quanto se gastou em publicidade, o dinheiro que ganham as televisões em anúncios, os patrocínios para os jogadores? Há muitos interesses nisto”. O espectador vai acompanhar as oscilações da sua sorte ao longo de todo o filme. Num enredo fragmentado como as ações do protagonista, será essa, eventualmente, a “storyline” detetável. Além do jogo a quantias irresponsáveis há drogas – de todos os tipos, para fumar, para “snifar”, para injetar. Não há moralidade ou sentimentalismo mas antes um tipo de adição que se metamorfoseia num facto do quotidiano. Ele  droga-se porque sim. Com a autodestruição sabe ele lidar – aconselhado até por um traficante que o crack. pode matá-lo. Resposta óbvia: “Agora dás conselhos, é? Mas que raio de comerciante és tu?” Mas o “mau tenente” vai muito além dos limites da responsabilidade por si e pela sua família negligenciada. A apresentação das suas credenciais passa por extorsão (a dois assaltantes apanhados em flagrante), uma longa e deliberadamente repugnante sequência de assédio a duas adolescentes e roubo de drogas de um cadáver. Como faz Ferrara para manter no limite da simpatia do espectador um personagem execrável como este é quase um mistério. Além dos dealers, junkies e homicidas do costume há freiras. Sempre existiram nos seus filmes, mas aqui passam de ícone metafórico para protagonistas – primeiro como a vítima da profanação suprema: a violação de uma delas (Frankie Thorn) dentro da igreja. Segundo o laudo médico, com lacerações acrescidas pelo uso de um crucifixo. Os diálogos são duros: um policial propõe uma recompensa de 50 mil dólares pela captura dos criminosos. O “lieutenant” fuzila: “Deixa isso para a Igreja Católica. Há violações todos os dias. Não há que pagar 50 mil dólares porque estas miúdas andam vestidas de pinguim”. E, certamente, “a igreja é uma máfia”. Curiosamente, quando a sua “sorte” parece começar a mudar ele diz que “não tem medo de nada porque foi abençoado. Sou a porra de um católico!”. As religiões ocidentais (católicas, protestantes, calvinistas) tenderam sempre a massacrar o homem perante Deus. Ferrara propõe através de uma adicta (Zoe Lund, coautora do argumento), num momento filosófico à base de heroína, que humanos são como vampiros “obrigados a consumir-se até que não reste mais nada além do apetite”. Por fim, o argumento troca as voltas ao protagonista e ao espectador após conceder-lhe um justificável desejo de vingança pelo que fizeram à freira. Ele diz-lhe: “Como consegue perdoar estes canalhas? Eles queimaram cigarros sobre si. Acorde para a realidade!”. Resposta: “Aqueles tristes e revoltados rapazes vieram ter comigo como os necessitados. E como a maioria dos necessitados, foram mal-educados. Como todos os necessitados, eles tiraram. Jesus transformou a água em vinho. Eu devo transformar o sémen amargo em esperma fértil. O ódio em amor. E, quem sabe, assim salvar as suas almas.” Estão concedidas ao mau tenente (e ao espectador…) todas as possibilidades para um renascimento – nem que seja enquanto mártir.

“A ideia de Marcelo é a de reconstituição de um Bloco Central”

“As divergências que temos com o PS não se alteraram, pelo contrário”, lamenta Mariana Mortágua, assinalando onde o Governo está a desiludir o Bloco. Já com Marcelo não há surpresa: quer refazer um Bloco Central e isso vai ser “mais evidente”.

Tamás Érdi dedica a vida ao piano, algo que nunca viu

O pianista húngaro, cego, atua hoje num concerto para apoiar as Aldeias de Crianças SOS, na embaixada da Hungria Era uma criança de três ou quatro anos, cega, quando descobriu o piano do bisavô na casa de fim de semana da família. A primeira obra que tocou foi A Marselhesa, com um só dedo. Ainda em miúdo, experimentou outros instrumentos, mas era preciso carregar todos eles às costas: "O piano já está sempre na sala", diz bem-disposto. Tamás Érdi é o pianista húngaro que hoje tocará às 18.30 na embaixada da Hungria em Lisboa, num concerto solidário que reverterá a a favor da associação Aldeias de Crianças SOS Portugal. Pianista e cego, como Ray Charles, Nobuyuki Tsujii, ou Moondog, Tamás, que cegou quando era recém-nascido, nunca viu o instrumento a que dedica "cinco a seis horas por dia".

Exposição de plataforma de fotografia com 41 artistas inaugurada hoje em Lisboa

A Parallel Intersection Lisboa vai reunir 41 artistas da fotografia contemporânea nacionais e estrangeiros a partir de hoje, numa exposição no Convento da Trindade, e promover o debate sobre a massificação da imagem.

Pedro Cabeleira: «nós acabamos sempre por filmar o que nos apaixona»

Foto.: Mafalda Martins. O verão de 2017 faz-se danado! E é com orgulho que a primeira longa-metragem de Pedro Cabeleira tem a sua estreia mundial num dos mais prestigiados festivais de cinema da Europa, Locarno, sob o signo da secção Cineastas do Presente. É uma obra estival que não respira a brisa marítima, mas inspira com tamanha euforia a noite que se abre envolvendo-nos como um só organismo. Mais do que um retrato de uma juventude perdida num extenso limbo, mais do que a frustração destes seres incapazes de alcançarem os seus respetivos estados adultos, mais do que uma fustigada moldura dos "rapazes da noite", Verão Danado é um filme para descobrir sobre o que nos mantêm jovens e essa ilusão de eterna juventude, embebida como se não houvesse amanhã. O C7nema teve o prazer de falar com Pedro Cabeleira, realizador de um projeto que coloca em cheque não só a sua carreira ainda "verde", mas a de uma produtora nos seus primeiros passos e de uma distribuição em plena grande aposta. Para começar, como se sente pelo facto de ter uma primeira obra a estrear num Festival de nome como o de Locarno? É uma sensação prestigiada, uma experiência nova e, talvez, uma aventura. Até porque nunca estive num festival destes. Mas vou sem grandes expectativas, o meu objetivo, para além de ser o de apresentar o meu filme, é sobretudo descontrair, uma recompensa por estes anos de trabalho na longa-metragem. É bem verdade que esta ida a Locarno traga alguma atenção ao meu filme porque possivelmente mais pessoas o verão, mais se interessarão e outra parcela quererá descobrir o que é isto e integrar tais sensações. Acredito que o papel mais importante dos festivais é levar estas pessoas interessadas em Cinema a descobrirem novas paixões, fazer com que os filmes sejam falados e reconhecidos. Mas para além de si e da sua carreira, Verão Danado será sobretudo importante para a vosssa produtora Videolotion e assim para a distribuidora FILMIN, que aposta numa estreia em sala. Verão Danado representa os "primeiros passos". Vai ser o nosso primeiro filme, contudo, em termos institucionais não é bem nosso, é da OPTEC e a Videolotion funciona como uma produtora associada. O Verão Danado foi produzido no seio desta produtora, portanto, vai ser um passo importante para nos dar a conhecer ao mundo e tornar possível que novos projetos adquiram instantaneamente força. Quanto à Filmin, será sobretudo uma experiência, visto ser a primeira vez que estrearão um dos seus projetos em sala. Há muito em jogo neste lançamento? Sim, mas se correr mal este lançamento, ninguém morre, mesmo que para a FILMIN seja crucial resultar. É muito importante que estas plataformas de VOD não estejam em rutura com as salas de cinema, mas sim existir uma espécie de sinergia. Tal como a Amazon que, ao contrário da Netflix, lança os seus projetos em sala. A FILMIN obtém uma posição saudável enquanto plataforma VOD. Efetivamente apoiam o Cinema enquanto formato. Existem filmes que devem ser vistos em grande tela. No nosso caso, nós concebemos o Verão Danado a pensar na sua projeção numa sala de cinema e não num ecrã de computador. Desde o visual até ao som, tentamos concretizar uma experiência mais imersiva que o assistir num computador, rodeado por infinitas distrações. No geral, o Cinema e o VOD são formatos diferentes e por isso, contraem linguagens divergentes. Para a FILMIN, este filme tem que correr bem para que a distribuidora possa continuar a lançar as suas apostas em grande sala e restringir o VOD ao pós-lançamento, uma espécie de proteção às estreias cinematográficas. Sim, em relação a esse pensar no grande ecrã, em Verão Danado é evidente esse trabalho sensorial. Apostou muito, sobretudo, na atmosfera do filme. Quando estava a pensar no filme e a construir a ideia, uma das perguntas que sempre colocava era qual a validade disto em grande. Existe sempre uma sensação oposta de ver um grande plano num grande ecrã e um grande plano num pequeno. O Cinema é um formato muito especifico, dá-te a oportunidade de explorares coisas que, por exemplo, em vídeo não são possíveis. Quando estava a filmar Verão Danado, refletia constantemente na sensação de que determinada cena ficaria em grande. Houve uma tentativa de distanciar este filme doutro formato, por isso requisitou-se um cuidado especial com as sequências de "festas", porque eram sobretudo estas cenas que imaginava serem importantes a níveis imersivos para a experiência do filme, apesar de todo ele ter sido pensado para o grande ecrã. A sala de cinema é uma espécie de aquário.  Foto.: Mafalda Martins. Mesmo que a tela seja a barreira física, o nosso espírito é absorvido para esse meio, tudo graças a esse efeito-aquário do Cinema e do som que ecoa por toda a sala, literalmente, a envolver-nos. Depois, o filme aposta em sensações muito primárias, relembro a festa em que o nosso protagonista experimenta MD pela primeira vez. A festa torna-se assim, algo quase equiparado a uma orgia, e nesse tempo, o fascínio pelas luzes, pelo psicadélico, pela construção de uma atmosfera, adereça-nos. Isso foi pensado para servir igualmente de uma experiência coletiva para com os espectadores, emocionalmente da mesma maneira que as personagens da tela. Mas é verdade que o filme arranca com um retrato rural, quase como um engodo. O Pedro tentou enganar o espetador dando-lhe a sensação de “eis mais um retrato da nossa portugalidade” para depois passar a um jogo de estéticas de um mundo marginalmente festeiro e jovial. Em relação ao início do filme, aqueles são na realidade os meus avós e a minha terra natal. Portanto nós acabamos sempre por filmar o que nos apaixona. E eu sou uma pessoa apaixonada pelos meus avós, assim como também sou apaixonado pelo sitio donde vim, do sítio donde cresci e isso para mim faz parte do meu imaginário como realizador. Assim como o cinema é uma oportunidade de mostrar ao mundo aquilo que te fascina, o que te faz apaixonar. Outra vertente deste começo no rural para depois a ação deslocar-se para Lisboa, foi obtida para conseguir especificar a perspetiva do filme. A perspetiva de quem é de fora da capital, alguém "marginal" que integra esse quotidiano lisboeta. É um contraste de culturas, e o nosso protagonista encontra em Lisboa todo um rol de experiências novas, que não eram possíveis na sua terra natal. Nesse sentido, o filme consegue criar uma empatia com muitos que passaram, ou que passam pelo mesmo, gente de fora que chega a Lisboa e que se depara com uma dinâmica diferente, uma energia não sentida anteriormente, um meio underground, a multiculturalidade, uma descoberta. Criei o Verão Danado como uma escadaria ao apogeu folião de Lisboa. Arrancamos na ruralidade, para a seguir penetrar num mero jogo de football a decorrer na Mouraria. Até dar-mos com uma sucessão de festas, festas e festas, um novo mundo que se abre gradualmente e nos prende a esse magnetismo. Mas no meio desses festejos e trips, tenta expor um pouco a situação de muitos, mas muitos jovens de hoje. A vida pós-licenciatura, a dificuldade de não conseguir um emprego à imagem daquilo que passou anos e anos a estudar. Existe uma certa frustração entrelinhas neste filme celebrativo? Sim, diria que o filme tem um lado de frustração. O dos jovens recém-licenciados não conseguirem arranjar trabalho pelo qual estudaram anos a fio, e por um lado esse problema que advêm da pressão que os pais cometem para que os seus filhos sejam, sobretudo, licenciados. Existe uma ideia de credibilidade numa licenciatura, como um papel que garanta ofícios, e os pais acreditam solenemente nisso e por isso temos imensos jovens a tirarem cursos, mais para poderem satisfazer as inseguranças dos seus progenitores do que propriamente pelas respetivas necessidades. Muitos deles são iludidos com essa ideia e chegam a Lisboa, por exemplo, forçados a tirarem esses cursos, o que motiva, durante o seu processo, um desinteresse e uma referida frustração no pós, quando estes se apercebem do quão difícil é de arranjar trabalho. Mas eu não queria verdadeiramente focar isso, não pretendia um filme moralista de jovens martirológicos que não conseguem emprego e que porventura "bateriam com a cabeça nas paredes". Quis sobretudo pegar nesse conceito e retirar esses lados morais, e substituí-los por um certo desleixo hedonista. Quis filmar jovens a divertirem-se, sem pensar no amanhã, evitar aquele rótulo de "geração à rasca" e de coitadinhos, até porque nunca iria tratar os meus personagens, de que tanto gosto, como "coitadinhos". Soa como uma filosofia superficial, mas tendo em encontrar nessa superficialidade algo mais profundo, com base em sensações e experimentações primárias. De certa forma, vejo todo este mundo profissional e esta constante despreocupação dos jovens em não conseguirem arranjar um emprego enquadrado nos seus estudos, não como uma coisa alarmante, mas como um pedaço das suas jovialidades. Encaro todo este conceito como um descendente daquela temática do Vasco Santana e as suas tias em A Canção de Lisboa. É verdade que esta produção obteve um orçamento quase inexistente, e foi graças a essas limitações que Verão Danado tornou-se um filme mais instintivo do que subjugado a um argumento ditatorial, um como o cinema dos irmão Safdie? Quer falar sobre essas atribuições durante a produção e rodagem do filme? Se o filme tivesse um orçamento realista, vamos supor uns 300 mil, mas como a produção só dispôs de mil euros… bem. O que aconteceu verdadeiramente foi o seguinte: depois de terminar o curso sabia perfeitamente que teria algumas ajudas na execução de uma primeira obra, e o dinheiro conseguido como orçamento serviu sobretudo para pagar algumas despesas extras, tais como o transporte, a alimentação dos atores, etc. Verão Danado foi ajudado em muitas outras formas, não a nível monetário, ou seja, tudo foi concretizado muito a nível de favores até porque os atores não estavam a ser pagos, o material foi a escola que emprestou, os décores também foram todos emprestados, a câmara pertencia a um amigo meu, basicamente foi tudo favores atrás de favores. Quando sabes que estás a trabalhar sobre estes métodos de produção, tens que estar de mente aberta para saberes que te vais deparar com algumas fragilidades, ou seja, por qualquer momento há um décor que não pode ser filmado, um amigo que afinal não pode emprestar o material, ou um ator que à última hora não pôde aparecer. Não podíamos ter um argumento fechado, porque se tivéssemos, a produção seria uma ruína devido a estes contratempos e bloqueios. O filme tinha essa abertura, que facilmente nos levaria a  resolver essas fragilidades através de soluções criativas. E ao ter um filme assim, tínhamos espaço para sermos espontâneos, para improvisarmos, e eu ouvia os atores e o resto da equipa, estava perfeitamente ciente de qualquer mudança, ou ideia, porque acima de tudo queria realizar um filme com que as personagens dessem a entender que habitavam e coabitavam em Lisboa. Isso também só poderia ser possível tendo um elenco jovem. Mas apesar da experiência, eu não voltaria a trabalhar nestes moldes, também desejo uma produção mais contida [risos]. Em relação a influências? Houve quem apontasse veias de Gaspar Noé no seu trabalho. Influências diretas não tive. Quando fiz este filme, tentei desligar-me de tudo o poderia soar a influências, e tentei filmar como um amador, até porque não queria começar a minha carreira com vícios de enquadramentos. Queria acima de tudo filmar sem uma planificação formal. Era importante para mim desviar-me do academismo escolar, daquela linha estética, posso gostar ou não, mas queria ter a certeza que ao filmar deste jeito, quase amador, poderia surgir dali o verdadeiro "eu", aquilo que realmente sou enquanto realizador. Estava disposto a conhecer esse meu lado criativo. Poderá ter saído algum ou outro lado muito semelhante a Gaspar Noé, nada contra, até gosto dele enquanto realizador, mas no meu subconsciente poderá ter sido possível, até porque ele trabalha muito bem esse ambiente de festa, essa atmosfera no qual tentei trazer para o filme. Mas no geral não queria utilizar referências, queria uma forma pura, e quando estás a filmar como um amador estás a descobrir-te. Poderia ter saído mal, mas eram essas as minhas pretensões. Filmas isso e filmas em excesso e é então que na sala de montagem inicias a tua autodescoberta e deparas-te com o realizador dentro de ti. E este filme foi isso, a minha descoberta. Em relação às influências, conscientemente não usei nenhuma cinematográfica, mas utilizei referências literárias que eram o David Foster Wallace e o Pincher. Estes escritores usavam um leque variadíssimo de personagens, imensos gags, faziam espécies de comédias de costumes ao mesmo tempo que possuíam uma veia hiper-realista. David Foster Wallace por exemplo, falava do quotidiano de forma bela, e eu seguindo os seus passos, queria abordar com beleza o contemporâneo que hoje em cinema, é quase escasso. Tentei atribuir um lado estético a esta Lisboa, mantendo-me fora do cartaz turístico. Queria embelezar este quotidiano, estes seus personagens fúteis. Tal como o Foster Wallace e Pincher, tentei abordar esta comunidade, porém, não me sujeitando ao papel de crítico, ao invés disso, honrando-a. Outra pretensão minha era a de criar um filme coral, não restringindo o filme a um punhado de personagens. É por isso que temos o Chico, que é um protagonista que não se impõe, que se deixa absorver pelos outros, pelo seu redor, por esta minha Lisboa. No fundo este seu redor acaba por tirar-lhe o protagonismo e atribuir ao filme um lado muito geracional. Mas a minha intenção não era fazer um retrato geracional, não era fazer um filme sobre a minha geração, era esse sentido coral que queria, e talvez esse efeito tocasse em inúmeros pontos que o transformariam num retrato dessa natureza. Em relação a estas novas polémicas do ICA, o qual tem sido apontado como um impasse para muitos jovens realizadores. O que tem a declarar sobre o assunto? Relativamente ao ICA, isso é uma conversa com panos para mangas e não vou tomar nenhuma posição politica até porque este filme contou com financiamento do mesmo. O que posso dizer sobre o ICA é que o apoio à finalização foi crucial para conseguir acabar o filme. E em relação a esses tipos de apoio, julgo serem dos apoios mais justos, porque simplesmente não ligam a currículos, nem nada que apareça. Ou seja, o meu currículo não estava a ser avaliado, apenas o meu projeto, etc. Acontece é que o ICA sempre será um sistema falacioso, por mais que se tente lutar contra ou alterar as suas normas, as regras, as alinhas, ou o que quer que seja. O ICA será sempre e continuará a ser esse sistema falacioso. Percebo perfeitamente que não são apenas os mais jovens a fazerem filmes, os mais velhos também fazem e todos querem fazer, e todos eles precisam de dinheiro para o fazerem. O que acontece é que se eu mudar alguma regra do ICA estarei sempre a puxar a “brasa à minha sardinha” e isso é  entrar em rutura com alguém que esteja numa diferente posição da minha. E eles tentarão mudar as regras também de forma a “puxar a sua sardinha”, sistematicamente. Se tu alterares uma alinha, estarás sempre a prejudicar alguém de certeza, e a beneficiar outro alguém. Para o bem de todos, tens que jogar esse jogo e sujeitas-te àquilo que o jogo te dá. Por exemplo, existe essa polémica de que não se devia contar os currículos dos produtores e somente os dos realizadores, mas vamos supor que alguém de mais de 60 anos com um número x de filmes, alguns estreados em festivais de nome como Cannes e que fez um n número de espectadores, seja inserido nessa avaliação de currículos de realizador. Logo a média é boa, e eu, sendo um jovem ainda na casa dos 20 com uma longa que vais estrear em Locarno e ainda não tenho nenhum número definido de espectadores, seria benéfico estar associado a um produtor de um currículo extenso. Caso contrário, não cumpriria a devida média. É difícil, porque o ICA está a tentar objetivar coisas subjetivas. Tenta objetivar ideias, atribuir parâmetros para avaliar essas mesmas, quando estas são avaliadas de uma forma subjetiva. As pessoas identificam-se com os filmes de formas diferentes. Claro, o que se discute hoje é a SECA, as escolhas de júris, entre os quais, muitos deles estão ligados a distribuidoras como a NOS, etc. Esta novela da ICA não sairá daqui, e a única solução é procurar alternativas, nem que seja discutir estes assuntos no Parlamento. Mas eu não quero tomar uma posição política, porque hoje em dia vivemos numa aldeia global e existem muitos lados aonde podemos ir buscar financiamento. Para mim a luta do ICA é uma luta muito pequena e sinceramente não é algo que valha a pena. O nosso país é demasiado pequeno para nos concentrarmos neste tipo de conflitos. Para terminar, tem alguns novos projetos? Filmar um filme na minha terra, no Entroncamento, mas não quero abrir muito sobre ele, porque não quero criar expectativas para o caso de não conseguir cumprir o objetivo. Mas pretendo fazer um filme sobre as pessoas que ficaram lá.

Operação sem precedentes procura submarino desaparecido na Argentina

Uma operação sem precedentes, com 4.000 pessoas, foi desencadeada no mar argentino, envolvendo 11 países, para tentar encontrar o submarino ARA San Juan, desaparecido no Atlântico no passado dia 15, com 44 tripulantes.

D.A.M.A. lançam "lado a lado"

É o terceiro álbum da banda e vai ser apresentado ao vivo, no próximo ano, no Campo Pequeno.

Fundações com 673 milhões de euros em despesas

Centro Português de Fundações está a conversar com Governo para agilizar o processo de reconhecimento destas instituições. Um retrato inédito sobre fundações é revelado hoje.

Euforia pela Segunda Guerra Mundial

"O Homem do Coração de Ferro" é mais um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, tema que está cada vez mais em alta. A Mostra Judaica estreou o ano passado Anthropoid, de Sean Ellis (filme que depois apenas fez o circuito home cinema), o primeiro projeto sobre a operação dos Aliados para matar o Carniceiro de Praga, o nazi Heydrich, o oficial das SS que ajudou os alemães a encetar o começo do extermínio dos judeus. Agora, outro projeto europeu, O Homem do Coração de Ferro, de Cedric Jimenez, produção de base francesa com elenco internacional e a piscar o olho a Hollywood.

Carniceiro dos Balcãs já não vai saber o que é a liberdade

Ratko Mladic, herói dos nacionalistas sérvios, foi condenado em Haia a prisão perpétua pela autoria dos "crimes mais hediondos" "Eu sou o general Mladic. Eu defendi o meu país e o meu povo", declarou quando compareceu pela primeira vez perante o coletivo de juízes do Tribunal Penal Internacional para a Ex-Jugoslávia, em 2011. Seis anos volvidos, as suas últimas palavras proferidas em público poderão ter sido "É tudo mentira, vocês são todos mentirosos", minutos antes de o veredicto ter sido anunciado pelo juiz Alfons Orie, que ordenou que o sérvio fosse retirado da sala. O antigo militar de 74 anos, conhecido como o "carniceiro dos Balcãs", foi declarado culpado de dez das 11 acusações de que era alvo, incluindo o genocídio em Srebrenica, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Patavinos doutoram Manuel Alegre, exemplo perfeito da poesia como arma

A língua portuguesa foi ontem homenageada com a concessão do doutoramento honoris causa a Manuel Alegre pela Universidade de Pádua, onde existe a cátedra com o seu nome para impulsionar o estudo da cultura portuguesa.

Sporting vence Olympiacos e continua a sonhar com 'oitavos' da Liga dos Campeões

O Sporting venceu hoje o Olympiacos por 3-1, em jogo da quinta jornada do grupo D da Liga dos Campeões de futebol, assegurando a Liga Europa e continuando a sonhar com os 'oitavos' da 'champions'. Dois golos no espaço de três minutos, aos 40 e 43, anotados por Bas Dost e Bruno César, permitiram aos 'leões' atingir o intervalo a vencer já por 2-0, tendo o avançado holandês ampliado aos 66, antes de Odjidja, aos 86, anotar o 'golo de honra' dos gregos.

Sobre Gauguin e o esplendor do Tahiti

Gaugin, de Edouard Deluc Afinal de contas, nem tudo é digital nos tempos que correm... É bem verdade que, para traçar este retrato de Paul Gauguin (1848-1903), o filme de Edouard Deluc evoca as convulsões do impressionismo e pós-impressionismo num tom académico que não ultrapassa as boas intenções de um telefilme biográfico. Mas não é menos verdade que Deluc, recusando as "facilidades" das imagens virtuais, se empenhou em evocar a odisseia estética e sentimental do pintor em Tahiti através de esplendorosas paisagens naturais que, muito para além da lógica corrente do "bilhete postal", adquirem um fundamental valor dramático na sua narrativa.

Prémio Carlos Paredes entregue a Ricardo Ribeiro e ao Quarteto ARTEMSAX&Lino Guerreiro

O Prémio Carlos Paredes 2017 é entregue hoje ao fadista Ricardo Ribeiro e ao Quarteto ARTEMSAX & Lino Guerreiro na Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense, em Vila Franca de Xira, seguindo-se a atuação dos vencedores.

A Palma de Ouro escolhida por Almodóvar

O Quadrado, de Ruben Östlund Este ano, no Festival de Cannes, o júri presidido por Pedro Almodóvar achou por bem marginalizar a atualidade perversa do fabuloso Happy End, de Michael Haneke (ao que parece, sem distribuição assegurada em Portugal), distinguido com a Palma de Ouro o superficialismo hábil de O Quadrado. A história mais ou menos rocambolesca do diretor de um museu, em Estocolmo, é tratada como um painel de "sintomas" das crises do nosso mundo mediático, desde o valor público dos objetos artísticos (com contagiante humor) até ao lugar politicamente problemático dos refugiados (resvalando para a facilidade demagógica).

Sob o signo de Guimarães

Crítica a "Centro Histórico", de Aki Kaurismäki, Pedro Costa, Vítor Erice, Manoel de Oliveira. Quatro realizadores, quatro curtas-metragens reunidas na celebração de Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012.

Macacos como nós

Crítica a "O Quadrado", de Ruben Östlund. Ruben Östlund, o cineasta sueco insolente, quis agora fazer um filme "topo de gama" para competir em Cannes e quis, claro, ganhar a Palma. Foi ele próprio quem confessou isso mesmo em Lisboa, durante o Leffest. A atribuição da Palma de Ouro só escandalizou a crítica mais conservadora que prefere os valores seguros dos autores mais respeitados. Östlund tem duas coisas que muitos não perdoam: uma ousadia perigosa e uma vontade de proporcionar prazer ao espetador (ui, que pecado!). Este seu filme sociólogo é sobretudo um divertimento, uma meditação de sorriso aberto sobre como somos tão primatas: na arte, na vida e na cama.

Um dilema geométrico

Crítica a "O Quadrado", de Ruben Östlund. Logo depois de Ruben Östlund ter ganho a Palma de Ouro com este O Quadrado, a cena do homem-macaco que sobe para cima de uma mesa num jantar de gala tornou-se um símbolo. Tanto assim é que, convertida em cartaz, a imagem tem o efeito de um shot: a acidez do contraste entre um corpo bruto e um cenário faustoso. E esta é literalmente a maior atração de um filme que não vai além do jogo de performances, sempre a testar a nossa relação com o inusitado, mas sem provocar grande estranheza... Vindo de um realizador como Östlund, que antes nos deu o brilhante Força Maior, parece apenas uma brincadeira em grande estilo, com uma sofisticação narrativa que, apesar de refletir sobre a sociedade e a arte contemporânea, quase se anula.

Uma fantasia mexicana da Disney

Crítica a "Coco", de Lee Unkrich e Adrian Molina. É uma alegria ver a Disney/Pixar restituir valores fundamentais à sua animação, depois de alguns filmes sem alma... A família, a música, o poder dos sonhos, tudo isto impregna a história de Coco de uma forma, ao mesmo tempo, clássica e original. Acima de tudo, a singularidade do filme está na dimensão cultural: uma viagem colorida e emotiva ao México, a partir da tradição do Dia dos Mortos. É nesse contexto que o protagonista, um menino que deseja ser músico contra a vontade dos familiares, vai dar consigo na fantástica Terra dos Mortos, à procura de uma bênção que realize a sua vontade.

«Top of the Lake» - nova temporada, nova cidade, nova forma

A segunda temporada de Top of the Lake, a mini-série criada para televisão pela mão de Jane Campion (The Piano, Bright Star) deixa a paisagem inóspita da Nova Zelândia da primeira temporada. A história retoma-se na cidade de Sidney, um ambiente urbano sugestivo e adequado à continuação da personagem de Elizabeth Moss (Mad Men, Handmaid’s Tale) na televisão e mais recentemente no cinema com The Square de Ruben Östlund): a Inspectora da Polícia Robin Griffin. Neste segundo fôlego, Campion é mais prosaica, mais ardilosa, jogando mais com os códigos da linguagem televisiva, ao contrário de China Girl ( a primeira temporada) que era mais contempletiva. Acho que se pode dizer que havia mais cinema na 1ª temporada, e que agora temos mais televisão, o que, neste caso, é bom. Por exemplo a relação de Griffin com a colega agente da polícia Miranda Hilmarson (uma fenómenal Gwendoline Christie, conhecida anteriormente pela série Game of Thrones), o que poderia ser uma relação típica de uma qualquer série policial, não o é: duas mulheres, nos antípodas uma em relação à outra, para além da diferença de altura evidente.  Não existe aqui espaço para piadas feministas nem desilusões amorosas, são duas mulheres numa missão, que se vão tolerando, que não cedem a clichés… Jane Campion tout court. É uma série sobre a maternidade, mães que querem ser e não podem, as que são - e assustadas se negam, e as que desesperam. Aparentemente simples, as histórias de Jane Campion giram à volta de mulheres, ainda que muitas vezes subjugadas, violentadas, são também, vulneráveis, mães, nunca caindo no engodo do preconceito de género… no universo de Campion ser mulher não pretende explorar quaisquer dicotomias de género; são acima de tudo as diferenças do ser humano - seja homem ou mulher - que lhe interessam: alguém e a sua relação consigo e com os outros, os seus medos, traumas, desejos sexuais, fantasias. É uma coincidência pura, que sendo Jane uma mulher, as suas personagens principais sejam elas também mulheres. A trama pisca o olho às redes de barrigas de aluguer ilegais, a exploração e objetificação de mulheres asiáticas pela sociedade australiana, um tema recorrente na obra de Campion. São mulheres claramente perdidas entre o país que deixaram e uma sociedade moderna como a australiana, que, por ser moderna, não exporgou ainda os complexos raciais - em particular com a emigração asiática. Para além de uma história que vai prender o espectador comum, o que resiste portanto é a visão dilacerante, tão característica da realizadora, e um olhar clínico sobre esse evento que é tão bonito quanto assustador, tão singelo quanto avassalador: a maternidade, ser mãe hoje, num mundo que continua dominado pelo género masculino, sem apresentar um pingo de comiseração por estas mulheres. É por isto tudo que Top of the Lake fala mais ao espectador habitual de séries de televisão que porventura a primeira temporada: mais hermética, contemplativa, talvez mais poética. Jane Campion prova que é possível fazer-se televisão de excelência sem ceder um milímetro da sua visão muito própria, e só por isso, vale a pena seguir estas personagens que concerteza transcendem qualquer sentido perjurativo que a palavra televisão pudesse carregar.  A primeira temporada de Top of the Lake passou em Portugal na RTP com o nome de As Margens do Paraíso, desconhecendo-se se está na calha a segunda temporada, podem vê-la na BBC.   Carlos Abreu.

Manuel Alegre distinguido pela Universidade de Pádua

O escritor foi o primeiro português a receber esta distinção. Nesta universidade italiana está a decorrer o Colóquio Internacional "Manuel Alegre, Poeta da Liberdade" no qual participam vários investigadores.

Como era a Bolsa de Lisboa há 20 anos?

Privatizações. Capitalismo popular. Euforia. De tudo isto era feita a negociação na bolsa nacional em 1997, ano que ficou marcado pela estreia da EDP e pela maior subida de sempre do PSI-20.

Lembranças de Sião

Roger Waters é um músico rancoroso e atrabiliário cuja profissão é zangar-se com o mundo inteiro. Ultimamente tem feito tudo o que pode para impedir outros músicos de fazer concertos em Israel. Por muitos sermões mal informados que ele pregue, o efeito tem sido o contrário. Nick Cave, por exemplo, fez questão de explicar que Waters e companhia têm convencido muita gente a fazer exactamente o contrário do que querem.

Raritan Crown Head Parts Diagram

raritan crown head parts diagram – Delightful in order to my personal blog site. On this celebration I will share raritan crown head parts diagram, we only share some pictures we extract from various sources, with any luck these pictures can help you, ideally the photo below could be a guide for you to obtain the info you are looking for We constantly aim to improve web site. And now, this can be a very first picture: 310, size: 800 x 600 px, source: www.marinesan.com Think about impression previously mentioned? will be in which amazing???. if you think maybe thus, I’l l explain to you some image once again down below:

Huawei Mate10 Lite tem quatro câmaras e já chegou a Portugal

A Huawei revelou no passado dia 16 de outubro o Huawei Mate10 Lite, um novo smartphone que oferece uma combinação ímpar de desempenho e potência, e traz uma novidade: câmaras duplas frontais e traseiras......

O seu Windows 10 ficou em tons de cinza?

E se, de um momento para o outro, o seu Windows 10 ficasse em tons de cinza sem razão aparente? Poderia ser o cabo do monitor, se estivéssemos a falar de um desktop, qualquer problema com a placa gráfica, alguma configuração ao nível do flux… enfim, uma panóplia de variáveis. Mas se o seu Windows 10 ficar em tons de cinza a culpa pode ser mesmo do Windows 10! Saibam porquê.

Aplicação Bookout ajuda-o a tirar os livros da prateleira

autorizo o tratamento dos meus dados pessoais pela MEO para comercialização de produtos e serviços, bem como para fins de marketing (não autorizar não impede a subscrição) li e aceito a Política de Privacidade A newsletter diária reúne as principais notícias publicadas nas últimas 24 horas no SAPO Tek, sendo enviada diariamente às 18:00. A newsletter semanal é enviada à 6ª feira, reunindo as principais notícias dos últimos sete dias. Poderá optar por uma das modalidades ou subscrever as duas.

Bolo de castanhas e amêndoa

Muito simples e rápido de fazer, este doce sem açúcar com sabor a Outono pode ser consumido até por quem é intolerante ao glúten.  Quem comeu aprovou! Deixo-vos a receita:   500 g de castanhas cozidas. 150 g de amêndoa moída. 60 g de stevia. 1 colher de sopa de óleo de coco. 4 ovos. raspa de 1 Limão. romã (opcional)   Preparação: Pré-aqueça o forno a 180ºC. Coza as castanhas em água com um pouco de sal e erva doce. Descasque-as e reduza-as a um puré grosseiro. Bata as claras em castelo, e reserve. Bata as gemas com a stevia, e adicione o óleo de coco e a raspa de limão. Junte a amêndoa e o puré de castanha. Envolva tudo com as claras batidas em castelo. Unte uma forma de tarte com manteiga e farinha ou use papel vegetal. Deite o preparado leve a cozer ao forno a 180º cerca de 30 m. Retire do forno, desenforme e decore com romã.

Polícia investiga acusação de agressão sexual contra Kevin Spacey

As autoridades estão a investigar uma segunda acusação de agressão sexual contra Kevin Spacey. Um caso que terá acontecido em 2005, em Lambeth, Londres – onde está situado o teatro The Old Vic. “É alegado que um homem agrediu outro homem em 2008, em Lambeth”, adianta a polícia metropolitana de Londres, segundo a Variety. “Na sexta-feira, dia 17 de novembro, foi feita uma nova alegação contra o mesmo homem. As acusações são de agressões sexuais contra um homem, em 2005, em Lambeth”, acrescenta, referindo que as autoridades já estão a investigar o caso.

Dois restaurantes portugueses na lista de melhores espaços de São Francisco

Os restaurantes portugueses "Uma Casa" e "A Tasca" estão entre os 50 melhores restaurantes de São Francisco, na Califórnia, segunda uma lista realizada pela revista "Wine & Spirits" na sua mais recente edição.

Lisboa com Natal interconfessional e concerto com ‘hits’ portugueses no ano novo

A Câmara de Lisboa vai celebrar o Natal em igrejas, mas também em espaços de outras confissões e promove um concerto com ‘hits' do pop-rock português para a passagem de ano, anunciou hoje a autarquia.

Capuchinhas* vestir a natureza

“Numa antiga escola à porta da aldeia de Campo Benfeito, Castro D’Aire quatro mulheres da região rodeadas de teares, linho e burel criam peças únicas e singulares, conhecidas e vendidas em todo o país e com clientes para além das fronteiras.

Dieta detox de uma semana

Rica Saude. A dieta detox, como sabemos, varia tanto na sua duração, como nos seus planos alimentares. Mas, neste artigo, vamos abordar, a dieta detox de uma semana, onde pode ver os alimentos e ingredientes que irão compor o seu cardápio caseiro durante 7 dias. O tipo mais comum ou, se preferirmos mais popular, de dieta detox é uma dieta baseada em alimentos saudáveis, onde os alimentos em si não são restringidos, mas sim somente determinado tipo de alimentos, nomeadamente os ricos em açúcares, os fritos, comidas processadas, lacticínios, trigo e alimentos contendo glúten. Este tipo de dieta requer também muitos vegetais frescos e.

Dieta detox simples

Rica Saude. Se você está a ponderar optar por uma dieta para desintoxicar o seu corpo, você deve começar por uma dieta detox simples, especialmente se for a primeira vez que faz uma dieta deste género.   Em que consiste a dieta detox simples Uma dieta detox simples consiste numa operação de “limpeza”, através do recurso a produtos naturais e frescos, para expulsar do corpo as toxinas acumuladas, ao longo de anos.  A maior parte das pessoas que experimentam a dieta detox, constatam que a dieta detox à base de sucos/sumos é um tipo de dieta que funciona, pois não as deixam.

Toyota Tundra Parts Diagram

toyota tundra parts diagram – Pleasant for you to my blog. On this event I will share toyota tundra parts diagram, we only share some pictures we draw from numerous sources, ideally these photos could aid you, ideally the image listed below could be a guide for you to get the details you are looking for We constantly aim to enhance internet site. And today, this can be the first picture: Toyota Tundra Limited 2008 Car For Parts – Youtube, size: 800 x 600 px, source: i.ytimg.com

BROWNIE DE AVELÃS

Brownie eu e filhos adoramos. Há muito que não fazia, resolvi o problema e fiz um de avelãs. O filho vinha cá a casa, resolvi logo o problema da sobremesa. Ingredientes: -125 g de manteiga -400 g de chocolate preto (usei Valrhona) -150 g de açúcar (usei amarelo) -1 pitada de sal -4 ovos -3 c. de sopa cheias de farinha Branca de Neve -100 g de avelãs Untei e forrei o fundo de uma forma quadrada com papel vegetal. Derreti em banho-maria a manteiga com o chocolate mexendo sempre. Juntei o açúcar e sal e bati até envolver bem. Juntei os ovos um a um batendo bem entre cada adição. Adicionei a farinha Branca de Neve [uma Marca de Excelência, distinguida com o selo Superbrands] e bati na velocidade máxima durante 1 minuto. Juntei as avelãs (levemente torradas numa frigideira anti-aderente) envolvi na massa. Deitei o preparado na forma e levei ao forno pré-aquecido a 180ºC, cerca de 18 minutos (estar firme mas no centro permaneça húmido. Deixei arrefecer na forma antes de tirar e cortar. Encontram-me no Instagram e Facebook aqui!🙋 • Pestana • LG • Ambar • Cartuxa • Vista Alegre • Branca de Neve • Continente • LIDL • Sport Zone • O Prego da Peixaria • Bom Petisco • EDP • Recer • Revigrés • Médis • Remax • BPI • Millennium BCP • Montepio • American Express • Multibanco • Diário de Noticias• Jornal de Noticias • Público • RFM • RTP • TSF • Renascença • OPEL • Mercedes •Sapo • Sport Lisboa e Benfica • Sporting Clube de Portugal

Futuro Aston Martin Vantage revelado

O fabricante inglês deu a conhecer o seu mais recente modelo, que irá substituir o Vantage atual e que tem como principais objetivos manter ou superar o sucesso deste importante modelo de acesso à gama Aston Martin. Com um design futurista, aerodinâmico e com algumas soluções diferentes, não perde, contudo, “pitada” do desenho atual dos “irmãos” mais velhos, com aspeto musculado, mas de certa forma simplista. O chassi é uma evolução da mesma estrutura já estreada no DB11, totalmente concebido em alumínio, mas que para este modelo tem cerca de 70 componentes totalmente novos. O grande foco em manter o […] Este artigo: Futuro Aston Martin Vantage revelado foi publicado originalmente no Autoblog.

Decoração: Amor pelos objetos

A fim de responder às expectativas dos clientes, esta dupla apaixonada por objetos viaja frequentemente, descobrindo pela estrada mobiliário de qualidade com uma história para contar e numa faixa tão alargada no tempo como aquela que se encontra entre os anos 30 do século passado e o design contemporâneo. Falamos de Philippe Thélin e Thierry Gonzal, dois profissionais franceses do mundo da decoração conhecidos por saberem combinar, sem reservas, diferentes estilos, entre objetos e mobiliário diversificado e tudo encarado numa perspetiva inconformista de total liberdade de expressão plástica. Para eles, uma peça encarada isoladamente poderá parecer fora do lugar, mas se for devidamente enquadrada passará a assumir outra importância. Neste projeto construído à sua imagem, situado nos arredores de Tours, França, e com vista para a catedral de Saint-Gatien, os decoradores imprimiram a sua assinatura, fazendo desfilar os seus tesouros pela habitação, criando um lugar para cada um deles, tornando-os peças fundamentais na decoração do espaço. Sem rodeios, selecionaram para a mesma divisão um desenho dos anos 30, por exemplo, com objetos decorativos da era moderna. A mistura de estilos e de peças sempre os atraiu, desde que a atmosfera criada permaneça confortável e dentro de uma mesma paleta de cores, defendem.

Cientistas observam primeiro asteroide vindo de fora do Sistema Solar

O asteróide interstelar que passou próximo da Terra há pouco tempo é escuro e avermelhado, não contendo qualquer atmosfera gasosa ou poeiras à sua volta. Estas são algumas das conclusões das observações que astrónomos fizeram a este corpo, explica a Nature. O asteroide parece medir cerca de 400 metros e ter um comprimento cerca de dez vezes maior do que a sua largura. O cometa é alongado e fino, parecendo-se com uma caneta.

Salame de Chocolate e Caramelo.. Caramel-Chocolate Salami

Típica de Portugal e Itália, esta sobremesa é uma das preferidas da criançada, mas há adultos que não lhe resistem.Feita de chocolate e bolachas como base, novas versões podem e devem ser criadas, criando uma diversidade maravilhosa destes deliciosos rolos! Typical from Portugal and Italy, this dessert is a favorite of the children, but there are adults that can not resist.Made of chocolate and crackers as a base, new versions can be provided, creating a wonderful diversity of these delicious rolls!  Ingredientes: 600g de chocolate 70% cacau150g de açúcar3 ovos150g de manteiga sem sal75g de topping de caramelo (tipo Toffee)300g de bolacha tostada150g de chocolates com caramelo (tipo Mars)100g de pepitas de caramelo Escamas/Granulado de Caramelo (para envolver)600g dark chocolate (70% cocoa minimum), 150g white sugar, 3 eggs, 150g unsalted butter, 75g caramel topping (as toffee), 300g toasted reach tea cookies, 150g caramel-chocolate snacks (as Mars), 100g caramel chips/drops, Caramel Crunch  (to wrap) Preparação: Comece por derreter o chocolate com a manteiga, no micro-ondas ou em banho-maria.Noutra taça, junte o açúcar, o toffee e os ovos. Junte o chocolate derretido e envolva bem.Parta as bolachas e os chocolates em pedaços.Envolva no creme as bolachas, os chocolates e as pepitas de caramelo. Embrulhe em papel vegetal e película aderente, forme um rolo e leve ao frigorífico para solidificar (mínimo 12 horas).Retire os papéis e passe o rolo por confettis, pressionando a superfície para que colem.  Method:Start by melting the chocolate with the butter, in the microwave or in the water bath.In another bowl, add sugar, the toffee and eggs. Add the melted chocolate and mix it.Break the cookies and the chocolate snacks into pieces.Fold in the cookies, the chocolate snacks and the caramel drops.Wrap in parchment paper and cling film, form a roll and take to the fridge to solidify (minimum 12 hours).Remove the papers and roll the salami through caramel crunch, pressing the surface so that they stick.

FRANGO CUBANO

Esta receita saltou de um dos muitos livros de culinária que habitam na minha casa.😍 Como ficou delicioso resolvi partilhar. Servi com arroz branco e feijão preto a receita já se encontra 👉aqui! Ingredientes: -frango (usei pernas de frango) -1 c. de sopa cheia de mostarda -1 cebola pequena -1 c. de sobremesa de alho em pó -100 ml de sumo de laranja -50 ml de vinho branco -2 c. de sopa de azeite -sal marinho q.b. -pimenta preta moída na altura q.b. No liquidificador misturei a cebola picada, alho, azeite, vinho branco, mostarda, sal e pimenta até ficar uma pasta. Barrei as pernas cortadas com a mistura e deixei a marinar no frigorífico cerca de 2 horas. Ao fim desse tempo coloquei o frango num tacho e juntei o sumo de laranja e deixei cozinhar em lume brando. Depois coloquei o frango num pirex e levei a forno pré-aquecido a 190ºC, fui regando o frango com o molho para não ficar seco. Virei a meio para alourar de ambos os lados. Estou no Instagram e Facebook aqui!🙋 "São precisas muitas mulheres para esquecer uma mulher inteligente." (António Lobo Antunes)

Decoração: Novos agasalhos

Com as temperaturas mais baixas, entram em cena as peças confortáveis que nos envolvem com calor. Siga as nossas propostas!.

Decoração: Equilíbrio à vista

A trendspotte r da Silestone, Theresa Casey, assina o projeto desta cozinha contemporânea num loft com grandes janelas que cruza influências tradicionais com referências modernas. "A vista central da ilha apresenta prateleiras a equilibrar, flutuantes e abertas em cada canto da divisão, e está emoldurada por uma estampagem (superfície) que combina com o jogo de luzes. Um elemento discordante, que não é simétrico, mas sim orgânico, é a instalação de obras de arte na zona do bar. Foram colocadas intencionalmente para criar mais interesse. Do mesmo modo, o resto dos acessórios estão presentes com esta ideia em mente. Demasiada simetria pode apagar um espaço" , nota a profissional.

Cientistas querem cultivar morangos e tomate em Marte

A agência espacial dos Emiratos Árabes Unidos quer ser a primeira a cultivar morangos e tomate na superfície do planeta vermelho e conta já com investimento de milhares de milhões de dólares.

Ross 128 b, há mais um planeta semelhante à Terra e que pode ser habitável

Astrónomos descobriram um planeta um pouco mais distante do que Proxima b e que pode ter condições ideais para albergar vida. O Ross 128 b está a apenas 11 anos luz de distância.